sábado, 21 de fevereiro de 2015

7 maneiras de diminuir o risco de cancro

Não há nenhuma poção mágica para prevenir as doenças oncológicas, especialmente quando o tipo de cancro tem uma origem genética. Mas os especialistas estimam que um terço das doenças oncológicas contraídas pelos adultos estão ligadas ao estilo de vida que levam.
O site WebMD falou com vários médicos que compilaram sete hábitos saudáveis para diminuir o seu risco de cancro:
1. Não fume
Muitas pessoas morrem todos os anos vítimas de cancro do pulmão, e a maioria dessas mortes está associada ao tabaco.
Mas isto não se limita apenas aos pulmões. Fumar está ligado a uma série de outras doenças oncológicas: 30% das mortes por cancro está associada ao tabaco.
Daí ser tão importante deixar de fumar e, mesmo que não consiga, tente pelo menos reduzir. Um estudo publicado, em 2010, no Journal of the American Medical Association, descobriu que os fumadores que reduzem de 20 para 10 cigarros por dia reduzem em 27% o risco de contraírem uma doença oncológica. Mas encare a redução apenas como um começo para deixar de fumar de vez.
E mesmo que não seja fumador, isso não quer dizer que não esteja exposto ao fumo. Muitos casos de cancro de pulmão estão a associados a exposição ao fumo.
“Se está fechado num bar com cerca de 100 pessoas a fumar lá dentro, é como se estivesse também a fumar”, alerta o médico Mark Ruffin, especialista em oncologia. “Se, quando sair do bar, as suas roupas estiverem a cheirar a tabaco foi porque inalou muito fumo”.
O ideal é evitar ir muitas vezes a bares com muitas pessoas a fumar e tente também não andar de carro com alguém que fume lá dentro.
2. Preste atenção ao peso
A maioria das pessoas sabe que o excesso de peso faz mal a várias coisas mas sabia que também tem um peso significativo nas doenças oncológicas? Nos EUA, a obesidade é a causa de 14% das mortes por cancro e está na base de 3% dos novos casos.
“A nossa principal recomendação para diminuir o seu risco de contrair uma doença oncológica é ter um peso saudável”, afirma a dietista Alice Bender que trabalha para o American Institute for Cancer Research (AICR), o maior instituto de investigação norte-americano para o cancro.
Segundo um relatório publicado pela AICR, em 2007, a obesidade está associada a várias doenças oncológicas como o cancro do esófago, do pâncreas, da vesícula biliar, da mama, do fígado ou do endométrio.
3. Mexa-se
Um relatório do AICR revela que qualquer tipo de exercício físico ajuda a prevenir todos os tipos de cancro. Pode não ficar com um corpo escultural com apenas 30 minutos de desporto moderado todos os dias, mas vários estudos já comprovaram que esta quantidade de actividade física pode reduzir entre 30% a 50% o risco de contrair uma doença oncológica.
“Conseguir ter um peso saudável, praticar mais exercício físico e aumentar a quantidade de frutas e vegetais que consome, terá um efeito tão importante como o de um fumador deixar de fumar”, garante Mark Ruffin.
4. Preste atenção ao que come
Há muitas comidas que o podem ajudar a prevenir diferentes doenças oncológicas. Segundo Bender, há provas de que o tomate, a melancia e outros alimentos que contenham licopeno podem diminuir o risco de ter cancro da próstata.
Se quer diminuir a probabilidade de ter uma doença oncológica, faça uma deita baseada em frutas e vegetais como alface, brócolos, espargos, cenouras, beringelas, pepino, etc. O AICR recomenda que encha dois terços do seu prato com fruta, vegetais e feijões e o resto com carne ou peixe.
5. Evite o álcool
O álcool é uma faca de dois gumes para a saúde. Se por um lado, há provas de algumas bebidas alcoólicas que benéficas para a saúde quando consumidas com moderação (por exemplo, o vinho tinto é bom para o coração), por outro lado há vários indícios de que o álcool aumenta a possibilidade de ter cancro.
“Quanto mais álcool beber, maior é a probabilidade de ter uma doença oncológica, especialmente cancro da boca, da garganta e do esófago”, afirma Bender. E se é fumador, pior ainda. O AICR recomenda que as mulheres não ingiram mais do que uma bebida alcoólica por dia e os homens duas.
6. Diminua o stress
Ainda que não haja prova concretas de que o stress aumenta a possibilidade de ter cancro, pode influenciar o seu comportamento, isto é, pode levá-lo a ter uma conduta pouco saudável. Por exemplo, comer demais, consumir bebidas alcoólicas a mais e até fumar mais – todos comportamentos que aumentam o seu risco de ter uma doença oncológica.
Ruffin aconselha-o a recorrer antes ao desporto para reduzir o stress.
7. Pesquise a sua história familiar
Mark Ruffin aconselha todos os seus doentes a saberem, em detalhe, a sua história familiar. É uma maneira de diminuir o risco de cancro e “apanhar” estas doenças a tempo.
Pergunte à sua família se já houve alguém com uma doença oncológica para saber “com o que conta”.

Fonte:http://www.sol.pt/n

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

11 razões para sorrir

Uns são mais extrovertidos, outros mais taciturnos, mas todos devemos sorrir um pouco… Nem que seja para o bem da nossa saúde.
O site Huffington Post fez uma lista das 11 razões por que deve sorrir, mesmo quando não lhe apetece.
1)    Faz bem ao humor: A nossa expressão facial não só mostra aos outros como nos sentimos, como influencia a nossa forma de estar e o nosso humor. Estudos recentes citados pelo mesmo site norte-americano explicam que “mostrar sentimentos positivos – ou suprimir os negativos – através das expressões faciais ajuda-nos a interiorizar” esses mesmos sentimentos.
2)    Os ‘sorrisos falsos’ também contam: Alguns investigadores afirmam que apenas um sorriso genuíno traz benefícios para a saúde. No entanto, outros cientistas defendem que até um sorriso forçado pode deixar-nos felizes. Basta haver uma contracção dos músculos faciais para o cérebro reagir como se se tratasse de um momento de felicidade, explica o estudo do especialista em expressões faciais Paul Ekman, citado pelo site da Forbes. 
3)      Ajuda a reduzir o stress: Um estudo de 2012, publicado no jornal Psychological Science e realizado por cientistas da University of Kansas, explica que sorrir pode ajudar a reduzir os níveis de stress. Os investigadores pediram a 170 pessoas que colocassem ‘pauzinhos’ na boca, de forma a criarem vários tipos de sorrisos – uns mais expressivos do que outros – após terem realizado tarefas ‘stressantes’. Comparando com os voluntários que se mantiveram ‘neutros’, o estudo revelou que as pessoas que sorriam mais mostravam um abrandamento do ritmo cardíaco e uma redução nos níveis de stress.
4)     Torna-nos mais acessíveis: Um estudo de 2004, realizado pela Penn State University, mostra que a partilha de sorrisos no local de trabalho (no que diz respeito apenas ao atendimento ao público) influencia a opinião dos que nos rodeiam (de uma forma positiva, claro). Os empregados que sorriem mais são considerados mais simpáticos, fazendo com que os clientes se sintam mais à vontade e gostem mais do atendimento e do estabelecimento em si. Os investigadores perceberam também que os trabalhadores que sorriem mais são os mais competentes.
5)    Torna-nos mais dignos de confiança: Numa investigação realizada na University of Pittsburgh, os psicólogos exploraram a ligação entre os níveis de atracção de uma modelo, a intensidade do seu sorriso e a confiança que os outros depositavam nela. Um grupo de voluntários avaliaram 45 modelos com base nestes parâmetros e a conclusão é simples: Aquelas que sorriam mais conquistaram mais facilmente a confiança de quem as avaliava.
6)    Ajuda a ser mais positivo: O cérebro tem tendência para pensar de uma forma negativa, de forma a lidar melhor com o inesperado. No entanto, o acto de sorrir ajuda a mente a reagir de uma forma mais positiva aos acontecimentos. Segundo Shawn Achor, autor do livro The Happiness Advantage, sorrir todos os dias ajuda o cérebro a criar ‘picos’ de felicidade, o que o encoraja a ter mais pensamentos positivos. “Para se ser feliz (…) é preciso que o nosso cérebro ‘treine’ como um atleta”, afirma.
7)    É contagioso: Parece uma coisa má, mas não é. De acordo com o neurocientista Marco Iacoboni, todos nós possuímos neurónios espelho, um neurónio que ‘dispara’ quando realizamos alguma acção, bem como quando vemos alguém a realizar exactamente o mesmo acto. No caso dos sorrisos, as pessoas têm tendência para, sem se aperceberem, imitar alguém quando a vêem sorrir. “Quando vejo alguém a sorrir, tenho tendência para fazer o mesmo, o que vai iniciar uma ‘cascata’ de actividades cerebrais que estão normalmente associadas ao sorriso”, explica. 
8)    Fortalece o corpo: Segundo a bioquímica e artista Sondra Barrett, sorrir ajuda a libertar a tensão do corpo ao nível celular. No seu livro Secrets of Your Cells, Sondra explica como as células conseguem distinguir entre as situações mais seguras e as de perigo, resolver os problemas e criar uma sensação de equilíbrio. Para além disso, a autora defende que os pensamentos têm um impacto directo na reacção celular. “Quando sorrimos, reduzimos a rigidez das células. Este relaxamento físico ajuda a combater a mutação celular provocada pelo stress, que pode levar ao desenvolvimento de vários tipos de cancro”, lê-se no Huffington Post.
9)    Torna-nos mais produtivos: Um grupo de investigadores descobriu que ser feliz tem um impacto na nossa produtividade no trabalho. E, segundo o estudo publicado no jornal do Economic Research Institute da University of Warwick, os sentimentos positivos são revigorantes e os negativos ‘deitam-nos abaixo’, influenciando assim a produção laboral.
10)    Torna-nos mais criativos: Um estudo realizado em 2013 na University of California explorou a ligação entre o sorriso e a criatividade nos homens e chegou à conclusão que aqueles que são mais infelizes abordam os problemas de uma forma mais compreensiva, tendo uma maior habilidade para arranjar soluções para as questões em causa. Os cientistas afirmam que esta ligação está relacionada com a libertação de dopamina, um neurotransmissor que se envolve nos processos de aprendizagem e de tomada de decisão.
11)    É gratuito: Não custa absolutamente e só traz benefícios. Que tal ‘espalhar’ alguns sorrisos por aí? Só lhe vai fazer bem.Fonte:http://www.sol.pt/n

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Quatro chávenas de café por dia reduzem em 18% risco de cancro do endométrio

Um novo estudo revela que mulheres que bebem quatro chávenas de café por dia veem reduzido em 18% o risco de sofrer de cancro do endométrio.

O cancro do endométrio, também conhecido com cancro do útero, afecta as células que envolvem o útero ou o endométrio. Os sintomas incluem dor pélvica, dor durante o acto sexual, descargas anormais da vagina - que podem ser de água ou sangue -, e hemorragias.
Melissa Merritt, líder do estudo e investigadora do Imperial College of London, investigou duas bases de dados referentes aos hábitos alimentares de 456 mil mulheres.

Destas 456 mil mulheres, os investigadores identificaram 2.800 a quem foi diagnosticado cancro do endométrio, e depois monitorizaram as suas dietas.
As descobertas revelaram que aquelas que consumiam cerca de quatro chávenas de café por dia tinham 18% menos probabilidades de desenvolver cancro do que as que bebiam menos.
 
Segundo a Sociedade Americana do Cancro, a produção de mais estrogénio que progesterona aumenta os riscos de sofrer de cancro do útero. Mas o café é conhecido por regular a produção destas hormonas. O café contém elevadas concentrações de antioxidantes que previnem o aparecimento de cancro.Fonte:http://diariodigital.sapo.pt/

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Está sempre cansado? Temos 10 motivos

É daquelas pessoas que se sente cansado a toda a hora? Esta fadiga excessiva pode estar relacionada com o estilo de vida que leva. Ou pode ser algo mais grave e talvez tenha um problema de saúde que desconhece.
O site WebMD falou com diferentes especialistas que apresentam os três motivos mais comuns pelos quais as pessoas se sentem cansadas e outras sete doenças que poderão estar associadas ao seu mal estar:
As três principais razões:
O que come: É daquelas pessoas que recorre ao café ou ao açúcar quando está cansado? Talvez não seja uma boa ideia, uma vez que fazem com que os seus níveis de açúcar sejam demasiado inconstantes.
Opte antes por uma dieta saudável, que inclua vegetais, frutas e proteínas. “Comer de maneira saudável faz com ‘carregue’ menos peso, e a obesidade contribui muito para o cansaço”, explica o médico J. Fred Ralston, antigo presidente da American College of Physicians.
2. Quanto tempo dorme: Não é nenhuma novidade, mas nunca é demais reforçar. A maioria das pessoas não dorme o número de horas suficientes. Experimente evitar a cafeína ou bebidas alcoólicas antes de ir dormir, evite ver televisão e mantenha o seu quarto uma divisão calma e de descanso.
3. A quantidade de exercício físico que pratica: Ralston defende que esta é a sua ‘receita’ favorita para o cansaço: uma boa dose de exercício físico. Vários estudos comprovaram que os sedentários que começam a praticar desporto sentem-se muito menos cansados do que aqueles que ficam parados. Quanto mais se mexer, mais energia tem.
O médico recomenda, pelo menos, 40 minutos de exercício físico, quatro dias por semana. Ao fim de um mês, vai ver que vai notar a diferença. Se depois destes três motivos se continuar a sentir cansado, talvez esteja com um problema de saúde. O cansaço crónico pode estar associado a uma série de problemas. Consulte o seu médico, mas aqui ficam algumas hipóteses do que pode ter:
4. Anemia: “É uma das causas mais comuns para o cansaço e é facilmente detectável através de uma análise sanguínea”, afirma a médica Sandra Fryhofer. Acrescentando que é um problema muito comum nas mulheres, especialmente aquelas que têm um fluxo bastante elevado quando estão com a menstruação. Para evitar uma anemia, faça uma dieta rica em ferro, carne e vegetais.
5. Défice de nutrientes: como, por exemplo, potássio. Isto também pode causar uma enorme fadiga e, mais uma vez, é facilmente comprovado com uma análise ao sangue.
6. Problemas de tiróide: Tanto a sobreactividade como a baixa actividade da tiróide podem resultar em fadiga. A função da tiróide pode ser avaliada por uma análise sanguínea para ver os níveis de TSH (hormona estimuladora da tiróide).
7. Diabetes: Fryhofer garante que as pessoas que têm diabetes descontrolada simplesmente não se sentem bem. “Se se sente cansado e também tem sintomas como visão turva ou urina bastante, consulte o seu médico”.
8: Depressão: Se, para além de estar cansado, se sente triste e perdeu o apetite, pode estar com uma depressão. Não guarde estes sentimentos só para si. Recorra a um médico ou até mesmo um psicólogo. Eles podem ajudá-lo a voltar a sentir-se melhor.
9. Problemas de sono: Se apesar de dormir horas suficientes se continuar a sentir cansado e ressona, consulte o seu médico. Ressonar pode ser um sinal de de uma apneia do sono. Isto é, as pessoas deixam de respirar por alguns segundos várias vezes durante o sono. Existem vários tratamentos para este problema portanto não tente ignorá-lo. Consulte o seu médico.
10. Doença cardíaca não diagnosticada: O cansaço pode significar que algo não está bem com o seu coração, especialmente no caso das mulheres. “Se tem dificuldade em fazer o exercício físico que costumava praticar, ou se começa a sentir-se mal quando pratica desporto, isto pode ser um alerta para um problema cardíaco.”, explica a médica. Consulte um especialista ou seu médico de família o quanto antes.Fonte:http://www.sol.pt/

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

6 coisas que deve saber sobre as doenças auto-imunes

Já muitos ouviram a expressão ‘doença auto-imune’, mas a maioria não faz ideia do que se trata. Estas caracterizam-se pelos seus sintomas pouco precisos, que tornam o diagnóstico ainda mais difícil.
O site Huffingotn Post fez uma lista com as coisas que deve saber sobre estas doenças que o podem ajudar a lidar com o problema ou a dar auxílio a quem sofre todos os dias com ele.
1)    Uma luta contra nós mesmos: Todos nós temos sistema imunitário – um sistema que protege o nosso organismo das doenças. Numa pessoa saudável, este reconhece de imediato as diferenças entre as células ‘boas’ e os componentes ‘maus’ que invadem o organismo. Nas pessoas que têm doenças auto-imunes, este sistema não consegue fazer a distinção, começando a atacar as células ‘boas’, ou seja, a atacar o seu próprio organismo.
2)    Existem mais de 80: Se calhar já ouviu falar na Psoríase ou na Esclerose Múltipla, mas sabia que existem mais de 80 tipos de doenças auto-imunes? Aqui fica uma lista com as mais comuns.
3)    Não são assim tão raras: Em 2012, as doenças auto-imunes atingiam mais de 100 mil pessoas em Portugal, revela o site da Sapo, que cita a informação fornecida na XVIII Reunião Anual do Núcleo de Estudos de doenças auto-imunes da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna.
4)      Podem ser genéticas: Alguns estudos sugerem que pessoas que sejam familiares têm uma maior probabilidade de desenvolverem a mesma doença auto-imune. No entanto, os investigadores acreditam que os factores ambientais e a existência de infecções têm um papel muito importante no desenvolvimento destes problemas de saúde.
5)    As alergias não são auto-imunes: Há quem confunda os sintomas de uma alergia com os sintomas de uma doença auto-imune. Apesar de existirem estudos que evidenciam uma ligação entre as alergias e o desenvolvimento destes problemas, as duas doenças são completamente diferentes. Apesar de existirem tratamentos semelhantes para os dois tipos de problemas, as consequências de ambos não são semelhantes – quem tem alergias não possui um organismo que se ataca a si próprio.
6)    Podem demorar anos a serem diagnosticadas: Como costumam atacar várias partes do corpo e os sintomas ‘vão e vêm’, às vezes é difícil diagnosticar uma doença auto-imune e, consequentemente, tratá-la. É normal que o primeiro diagnóstico não esteja certo, já que muitos médicos costumam recorrer ao método de ‘tentativa e erro’ para tentarem chegar à raiz do problema, explica o site Everyday Health.Fonte:http://www.sol.pt/n

Alimentos considerados saudáveis também podem fazer mal

A fome começa a apertar a meio da tarde e, querendo manter a saúde (e a forma), opta por uma barra de cereais ou uma bolacha integral. Apesar de a consciência ficar livre de culpa - afinal, não devorou batatas fritas ou gelado - esses alimentos não são tão inocentes assim e também podem prejudicar a saúde.


A lista de alimentos considerados saudáveis mas que não são tão saudáveis assim é bastante grande; vai da barra de cereais à gelatina, passando pelas bebidas desportivas e bolachas integrais. Por isso, esses alimentos devem ser consumidos com critério e moderação.
Na hora de tomar o lanche a meio da tarde ou da manhã, muitas pessoas optam pelas barras de cereais, práticas e populares. «No entanto, é preciso prestar atenção às informações nutricionais», alerta o gastroenterologista Jacques Matone, do Hospital Samaritano de São Paulo. Segundo Matone, muitas barras destas apresentam níveis de gordura saturada extremamente elevadas e açúcares refinados na sua composição, por isso é preciso atentar à quantidade de hidratos de carbono, sódio e gordura total desses alimentos e limitar o seu consumo a situações de emergência.
Levar uma porção de oleaginosas - amêndoas, avelãs, castanha de cajú, nozes, macadâmia - sortida para o trabalho para aquela hora em que começa a apertar a fome no meio do expediente tornou-se uma mania de muitas pessoas. As oleaginosas são uma opção muito saudável de lanche, pois são ricas em nutrientes como proteínas, fibras, vitamina E, selénio, zinco, cobre e magnésio. «Além disso, a maior parte da gordura presente nas oleaginosas é 'boa' (ômega 3, 6 e 9), essencial para o bom funcionamento do organismo, auxiliando na redução do colesterol sanguíneo e também do colesterol mau (LDL)», afirma Matone. Ainda assim, estas não devem ser consumidas sem restrição: devido ao elevado teor calórico, o consumo diário deve ser moderado, limitando-se a poucas unidades: o exagero pode resultar num rápido aumento de peso e distúrbios relacionados com o excesso de lipídeos.
Outra opção muito popular são as bolachas integrais ou sem glúten. Apesar de serem melhores opções do que as versões convencionais, o facto de serem integrais ou sem glúten não justifica o consumo em excesso, pois também são fontes de hidratos e carbono e calorias.
Os sumos em pacote ou em pó também são alternativas práticas para a hora do lanche, e muitos são vendidos em versões mais saudáveis (light ou zero açúcar). Mas também têm os seus pontos negativos. «Muitos são fontes de conservantes e corantes, e contêm excesso de açúcares, não tornando esses produtos saudáveis», aponta a nutricionista Eneida Ramos, do Hospital Israelita Albert Einstein. «Além disso, alguns produtos contêm néctar de frutas (acrescido de água) ao invés de sumo natural, não oferecendo no conteúdo o que o sumo natural ofereceria», diz.
Alguns alimentos foram desenvolvidos especialmente para um grupo determinado de pessoas, e o seu consumo deve ser evitado pela restante população; é o caso do leite sem lactose e das bebidas desportivas.
«Leite sem lactose é óptimo para os intolerantes à lactose. E somente para eles! Como estas bebidas são tratadas previamente com a enzima lactase (deficiente nos intolerantes), o açúcar é mais rapidamente absorvido no sangue», alerta o gastroenterologista Jacques Matone, do Hospital Samaritano de São Paulo. Desta forma, o índice glicémico da bebida sem lactose é maior, com maior disponibilidade de glicose, sendo contraindicado especialmente para pessoas com diabetes.
Já as bebidas desportivas foram desenvolvidas para repor líquidos e sais minerais perdidos com a transpiração durante actividades físicas intensas. Assim, previnem a desidratação e melhoram o desempenho desportivo. Quem não pratica actividade física deve evitar consumir essas bebidas. «As bebidas desportivas não devem ser consumidas sem critério, pois são ricas em sais minerais. Assim pessoas que apresentam hipertensão ou problemas renais devem consultar um nutricionista antes do seu consumo», explica a nutricionista Rosana Cardoso, do Hospital Israelita Albert Einstein.
O consumo exagerado pode fazer até com que um alimento saudável se torne prejudicial – é o caso do azeite. Rico em gorduras boas, o azeite pode reduzir a quantidade de LDL (mau colesterol) do organismo e a formação de placas nas paredes dos vasos sanguíneos. No entanto, deve-se evitar colocar azeite em tudo o tempo todo, pois é altamente calórico.
As saladas elaboradas também merecem atenção especial. «Muitas saladas são incrementadas com ingredientes hipercalóricos como: tomate seco, queijo brie, croutons, molho blue cheese, entre outros. Deve-se atentar aos ingredientes da salada, antes de consumi-la», diz Matone.
A gelatina é considerada uma opção saudável de sobremesa devido ao seu baixo valor calórico. Mas nem por isso é inocente: «Muitas gelatinas são fontes de conservantes, corantes e de açúcares, não fazendo desses produtos saudáveis», ressalta a nutricionista Eneida Ramos. Para quem não resiste a um chocolate e opta pela versão diet por acreditar que é mais saudável, é importante notar que tem o valor calórico semelhante ao da versão normal. Isso porque esses chocolates tem os açúcares reduzidos, mas são ricos em gordura.
O segredo para manter uma alimentação saudável é a moderação. Além disso, deve-se preferir alimentos naturais em detrimento dos industrializados e ter uma dieta equilibrada. Uma alimentação sem exageros, livre de conservantes e corantes e pobre em açúcares e gordura é fundamental para uma vida saudável.Fonte:http://diariodigital.sapo.pt/

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

5 alimentos que combatem a fome

Se é daquelas pessoas que tem dificuldade em fazer dieta ou em emagrecer, não desespere. Não precisa de fazer aqueles regimes loucos, se tiver cuidado com o que come.
A dietista Katherine Brooking fez uma lista para o site WebMD com 5 alimentos que o ajudam a 'contrariar' a fome:
1. Framboesa
As framboesas são o fruto ideal para comer quando tem fome, não só pelas baixas calorias – uma chávena de chá de framboesas tem apenas 80 calorias – como também pelas fibras que contêm.
São mesmo uma das maiores fontes de fibras que existem e uma dieta baseada neste nutriente faz com que as pessoas se sintam saciadas mais depressa e durante mais tempo. E fazem com que não tenha desejos por coisas que não pode comer. As framboesas são ainda fonte de vitamina C, manganês e potássio.
Apesar deste fruto ser mais comum em época quentes, pode congelá-lo facilmente. Porque não adiciona framboesa ao seu iogurte? Ou até mesmo às suas saladas?
2. Algas
As algas pode estar na moda mas, ao longo dos anos, têm ganho notoriedade porque ajudam a perder peso e a controlar o apetite. Este alimento está repleto de fibras e proteínas de digestão mais lenta, controlando ainda a glicémia e os desejos.
Em algumas algas, foi encontrado um pigmento, de nome fucoxantina, que promove a perda de peso, ao aumentar a produção de proteínas à custa da destruição da gorduracorporal.
Para as adicionar a sua dieta, coloque-as em sopas ou guisados. Podendo contar sempre a hipótese de recorrer a restaurantes de gastronomia oriental.
3. Pistácios (ou outros frutos secos)
Os frutos secos podem diminuir a sensação de fome, uma vez que deixam a pessoa saciada mais tempo e as suas calorias não são completamente absorvidas pelo corpo.
Além disto, os pistácios têm uma vantagem: as pessoas controlam melhor aquilo que comem ao ver a quantidade de cascas vazias.
Pode comê-los como aperitivo ou, até mesmo, acrescentá-los às suas sobremesas.
4. Leguminosas
Feijões, lentilhas, ervilhas, soja e grão (estes são apenas alguns exemplos) têm a capacidade de atenuar a fome e estão ‘carregados’ de fibras e proteínas de digestão lenta. Um estudo feito em doentes obesos com uma dieta rica em feijão comprovou que esta tinha benefícios na perda de peso e na melhoria dos níveis de colesterol.
Pode acrescentar estas leguminosas em sopas, como acompanhamento (desde que não acrescente outra fonte de hidratos de carbono) ou ainda utilizá-los para fazer chili.
5. Ovos
É daqueles que não come nada ao pequeno-almoço? É capaz de sair de casa e só beber só um iogurte? Pense duas vezes. Uma investigação publicado no European Journal of Clinical Nutrition mostrou que pessoas que comem ovos ao pequeno almoço têm tendência a comer menos calorias que as outras ao longo do dia. Fonte:http://www.sol.pt/n

domingo, 8 de fevereiro de 2015

6 maneiras de treinar o cérebro para se tornar mais produtivo

Segundo o neurocientista Daniel Levitin , as pessoas bem sucedidas aprenderam a maximizar a sua criatividade e eficiência ao organizarem a sua vida. Desta forma, gastam menos tempo com tarefas sem importância e investem mais tempo nas coisas que verdadeiramente interessam.
Para as pessoas com cargos importantes, há todo um staff para lhes ‘facilitar’ a vida. Já para o ‘comum mortal’, o neurocientista dá algumas sugestões para ‘despachar’ rapidamente os obstáculos do dia-a-dia.
1. Dê um lugar aos seus pertences
Ao longo do tempo, o homem não foi treinado a saber onde guarda as coisas. Daí estarmos constantemente a perder as chaves do carro, a carteira ou o telemóvel. O problema é que perdemos demasiado tempo a tentar descobrir onde deixámos estes objectos. Levitin aconselha-o a ‘dar uma casa’ a estas coisas. Por exemplo, uma taça à porta de casa para deixar as chaves e o telemóvel. E duplique os objectos sempre que possível. Isto é, arranje um par de óculos extra para deixar no trabalho ou carro.
2. Crie estímulos para aquilo que se quer lembrar
À velocidade a que andam as nossas vidas, o cérebro passa grande parte do tempo em piloto automático. Logo é normal que nos esqueçamos das coisas que não fazem habitualmente parte da nossa rotina. Para isto não acontecer, crie pistas. Levitin dá este exemplo: se tem de comprar leite antes de voltar para casa, deixe um pacote vazio na lugar do morto no seu carro. Ou então pode sempre optar por pôr alarmes no seu telemóvel.
3. Concentre-se numa só tarefa
Não tente fazer várias coisas ao mesmo tempo. Organize a sua vida de modo a que tenha períodos de tempo definidos para se concentrar numa só tarefa de cada vez. Pode também agrupar tarefas semelhantes em horários próximos. Se tiver de pagar as contas, use esse tempo para ver qual é o melhor plano de pagamento, em vez de começar a pensar se devia mudar para uma casa mais pequena ou se as crianças deviam ir para uma escola pública, para não gastar tanto dinheiro num colégio.
4. Dê tempo entre tarefas para tomar notas
É daquelas pessoas que acha que se vai lembrar daquilo que aconteceu na reunião ou na aula passada e, por isso, não toma notas? É uma péssima ideia. Não se vai conseguir lembrar de tudo e algumas coisas importantes podem ficar por fazer. Perca tempo entre tarefas para tomar notas e dar um intervalo ao seu cérebro. Ele agradece o tempo extra para se mentalizar para a próxima tarefa.
5. Não perca tempo com coisas que não interessam
O cérebro não é nenhuma máquina, portanto consegue apenas tomar um número limitado de decisões. Para evitar esgotá-lo, não o canse com escolhas pouco importantes. Levitin aconselha-o a escolher mais ou menos sempre o mesmo prato quando vai almoçar ou jantar fora. Pode também tentar escolher a sua roupa de véspera.
6. Sono
A arma secreta do cérebro e, talvez, a dica a mais de importante de todas. O sono ajuda-o a tomar decisões e a resolver problemas. De certeza que já lhe aconteceu resolver, de manhã, depois de ter dormido uma boa noite de sono, uma questão que lhe parecia impossível na véspera.
E atenção que o sono não é igual para todos. Uns dão-se melhor com sestas, outros preferem dormir mais horas durante a noite. Descubra o que resulta melhor para si e, mais importante ainda, arranje tempo para isso. O neurocientista aconselha-o mesmo a tornar o sono uma prioridadeFonte:http://www.sol.pt/

Quer emagrecer? Trema de frio

Pelos vistos, passar frio não faz assim tão mal. De acordo com um estudo do Instituto de Pesquisas Médicas Garvan, em Sydney, e nos Institutos Nacionais de Saúde Americanos, os mais friorentos têm mais probabilidade de emagrecer facilmente do que os mais encalorados. 
Isto porque o frio faz com que o corpo produza mais calor para manter a temperatura normal do organismo, um processo que o obriga a queimar tantas calorias quanto uma actividade física.
Num primeiro teste, os voluntários foram colocados numa sala com temperaturas entre os 12ºC e os 18ºC. Num segundo, os mesmos voluntários estiveram uma hora a fazer exercício físico.
"Chegámos à conclusão que andar de bicicleta durante uma hora a um ritmo moderado produzia a mesma quantidade de irisina  que tremer durante 10 a 15 minutos", explicou Paul Lee, coordenador do estudo. Recorde-se que a irisina é uma hormona que transforma o tecido adiposo branco (a gordura que armazena energia) em tecido adiposo castanho (que usa energia para gerar calor).
A explicação pode estar no facto de o exercício físico e o tremer provocarem os mesmos efeitos nos músculos, explica Lee.Fonte:http://www.sol.pt/

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

10 alimentos que estimulam as defesas do organismo

A alimentação é um poderoso método de prevenir viroses e infecções. Uma dieta saudável com os alimentos correctos pode mesmo ajudar a combater infecções e a que não sofra tantas doenças. O site Everyday Health pediu a especialistas para elegerem os alimentos que mais ajudam a estimular o sistema imunitário. Confira aqui a lista.
Toranja
A toranja está carregada de vitamina C, essencial para um sistema imunitário eficaz. As vermelhas e cor-de-rosa por dentro são especialmente boas, porque, tal como a cor indica, estão repletas de bioflavonóides.

Couve-flor
A couve-flor, brócolos e couves de Bruxelas são vegetais crucíferos, o que significa que além de serem ricos em antioxidantes e vitaminas, contêm colina, um nutriente essencial que faz parte do complexo B de vitaminas e que estimula as defesas do organismo.

Cenouras
As cenouras são uma excelente fonte de betacaroteno, que lhes dá a coloração laranja. Uma das funções deste pigmento carotenóide antioxidante é reforçar a membrana mucosa que existe no sistema respiratório e no tracto intestinal, fazendo com que seja mais difícil as bactérias entrarem na corrente sanguínea.
Gema de ovo
Nem sempre a gema é muito popular, pois contém elevadas quantidades de colesterol. Mas são uma boa fonte de proteínas que ajudam a reforçar o sistema imunitário. Com moderação, são uma escolha adequada.
Canela

A canela é uma arma antiviral, antifúngica e antibacteriana, por isso consegue mais do que estimular o sistema imunitário. Tem mesmo a capacidade de lutar contra os agentes patogénicos que causam as infecções.

Cogumelos
 
Os cogumelos são considerados um super-alimento. São ricos em zinco, mineral essencial no nosso organismo e que previne e combate doença.
Hortaliças
Os vegetais verdes como as couves, espinafres ou acelgas têm elevados níveis de vitamina C e conseguem regenerar outros poderosos antioxidantes como a vitamina E, potenciado as defesas do organismo.
 
Melancia

É certo que é mais consumida no Verão, mas se a puder comer no Inverno vai ajudar com certeza a combater os vírus e bactérias típicos desta altura. Vitaminas, minerais e muitos nutrientes fazem desta uma excelente escolha.

Iogurte
O sistema imunitário depende muito de um saudável tracto intestinal, pois é através deste que os germes, bactérias e outros agentes infecciosos entram no organismo. O iogurte é rico em lactobacillus, um probiótico que ajuda a flora intestinal a estar saudável.
 
Farinha de trigo
O trigo, presente em pão e massas por exemplo, é uma fonte de fibra e por isso essencial ao organismo. Além disso, contém proteínas e vitaminas, além de ser uma fonte de colina e zinco.Fonte:http://www.sol.pt/