sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Uso inadequado de escova de dentes pode causar doenças como cardiopatias

Ter uma correcta higienização oral é fundamental para a saúde. Escovar os dentes após as refeições – pelo menos três vezes ao dia -, antes de dormir e utilizar o fio dental ajudam a prevenir doenças nos dentes, língua e gengivas. Porém, muitas pessoas esquecem ou não sabem como cuidar correctamente do principal objecto desse processo: a escova.


O cuidado com a escova de dentes é imprescindível. É comum deixá-la exposta no lavatório ou em ambientes húmidos, sem qualquer protecção. O problema é que, com esse costume, a pessoa pode levar à boca uma quantidade considerável de bactérias. Quando não está protegida adequadamente, as cerdas expostas acumulam microorganismos lançados no ar, sendo alguns provenientes da sanita.
A lista de doenças causadas por bactérias acumuladas na escova é grande. Periondotite, candidíase, gengivites, cáries e até diarreia. O problema, aparentemente simples, pode agravar e causar doenças graves cardiopatias e pneumonias.
Para tentar amenizar essa acumulação, é aconselhável o uso de protectores ou até mesmo guardá-las fora da casa-de-banho. A escova de dentes deve ser colocada num recipiente fechado e a uma distância de pelo menos dois metros da sanita. É importante, também, deixar a tampa da sanita para baixo na hora da descarga e quando não estiver a uso.
Mas tampar o recipiente ou mantê-la em armários fechados resolve o problema apenas em parte. Isso porque ambientes abafados e húmidos podem contribuir para a proliferação de bactérias ou até mesmo aquelas vindas da própria boca.
Muitas bactérias permanecem vivas na escova por até 24 horas. Por isso, é importante eliminar o excesso de água após o uso, mas nunca utilizando toalhas para secá-la. Borrifar um anti-séptico ajuda também. O mais indicado é a clorexidina 0,12%, encontrada em farmácias.
A vida útil da escova também é algo a ser levado em conta. A troca deve ser feita a cada quatro meses e o tipo de escova varia do gosto pessoal do utilizador.

Fonte:http://diariodigital.sapo.pt/n

Vitamina E ajuda a travar avanço da demência, diz estudo

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos sugere que uma dose diária de vitamina E pode ajudar pessoas com demência.


No estudo, os cientistas do hospital Minneapolis VA Health Care System, da cidade de Mineápolis (norte dos EUA), descobriram que pessoas que apresentavam quadros ligeiros a moderados da doença de Alzheimer e que tomaram elevadas doses de vitamina E apresentaram uma desaceleração do declínio causado pela doença em comparação com as pessoas que receberam placebo.
A melhoria foi constatada em actividades do quotidiano como realizar tarefas de higiene pessoal, participar de uma conversa ou ao vestir. Além de conseguir realizar essas tarefas por mais tempo, os pacientes que tomaram a vitamina precisaram de menos ajuda de prestadores de cuidados.
Por outro lado, a pesquisa não demonstrou uma melhoria ou desaceleração num efeito crucial do Alzheimer, a perda de memória.
O estudo, realizado por pouco mais de dois anos, envolveu 613 pacientes com Alzheimer em estágio inicial ou moderado, com uma média 79 anos e na sua maioria homens.
Eles foram divididos em grupos que receberam ou uma dose diária de vitamina E, ou uma dose do remédio para demência conhecido como memantina, ou uma combinação de vitamina E e memantina, ou ainda um placebo.
Os investigadores descobriram que os participantes que receberam a vitamina E tinham um declínio funcional mais lento do que os que recebiam o placebo. A taxa anual de declínio de funções foi reduzida em 19%.
«Não é um milagre ou, obviamente, uma cura», disse o líder da pesquisa, Maurice Dysken. «O melhor que conseguimos neste momento é diminuir a taxa de avanço da doença.»
Os resultados da pesquisa foram divulgados na publicação especializada Journal of the American Medical Association (Jama)

Fonte:.http://diariodigital.sapo.pt/

domingo, 6 de outubro de 2013

Os dez carros mais velozes do mundo

A sueca Koenigsegg revelou nesta semana detalhes de seu próximo produto, o One:1. De acordo informações da montadora, o modelo deverá ser o mais veloz do mundo e atingir 450 km/h. 
Atualmente é o Bugatti Veyron Super Sport que "ocupa o posto", segundo o Guinness World Records. No entanto, a Koenigsegg declara que seu Agera R é mais veloz e atinge 440 km/h. 
Polêmicas à parte, optamos por considerar como o mais rápido o superesportivo que tem o recorde homologado. Abaixo, veja a lista com os modelos mais velozes do mundo. 
Novo Koenigsseg
O One:1 - versão ainda mais apimentada do Agera S –, terá apenas seis unidades produzidas. O objetivo da empresa é fazer dele o primeiro carro com relação peso/potência de 1 cv para cada quilo, incluindo todos os fluidos e o peso do motorista. É uma meta bastante ousada.
Para isso, o supercarro terá o mesmo motor 5.0 V8 biturbo do Agera S, mas preparado para desenvolver 1.400 cv. 
Se o cronograma for cumprido, a primeira unidade do Koenigsegg One:1 ficará pronta no fim deste ano.

OS MAIS VELOZES DO MUNDO
1º Bugatti Veyron Super Sport
Com motor W16 de 8 litros e quatro turbos, que gera 1.200 cv, o supercarro da marca francesa atinge 431 km/h. Atualmente, é o detentor do título homologado pelo Guinness World Records.
2º Koenigsegg Agera R
O superesportivo da marca sueca traz propulsor 5.0 V8 biturbo que desenvolve 1140 cv. A fabricante declara velocidade máxima de 440 km/h.
3º Hennessey Venom GT 
Inspirado no visual do Lotus Elise, é o desafiante que mais próximo chegou do recorde do Veyron. Com seu 7.0 V8 biturbo de 1261 cv, atingiu 427 km/h.
4º 9FF GT-9R
Baseado no Porsche 911, modelo produzido pela 9FF tem motor boxer 3.6 biturbo, de seis cilindros opostos, com incríveis 1120 cv que o levam a 418 km/h.
5º SSC Ultimate Aero TT
Feito nos EUA, tem motor 6.3 V8 biturbo de 1305 cv e pode alcançar máxima de 412 km/h.
6º Saleen S7 Twin Turbo
Outro carro produzido na terra do Tio Sam, também conta com um V8 biturbo. Da Ford, tem 7 litros, 750 cv e é capaz de levar o superesportivo aos 400 km/h.
7º Koenigsegg CCXR 
Outro modelo da empresa suíça e antecessor do Agera, o CCXR vem com motor 4.0 V8 de 1018 cv. Essa potência é suficiente para fazê-lo atingir os 400 km/h.
8º McLaren F1
Mais antigo da lista, o McLaren F1 mudou os padrões de velocidade máxima para carros de rua há 20 anos, quando surgiu com um 6.1 V12 da BMW, de 620 cv, e aerodinâmica de Fórmula 1. O resultado foi um esportivo de três lugares que alcança 386 km/h.
9º Noble M600
Fabricado artesanalmente, usa um 4.4 V8 de 650 cv e atinge a máxima de 362 km/h, segundo informações da fabricante.
10º Gumpert Apollo
Também desenvolvido de maneira artesanal, o superesportivo alemão traz um 4.2 V8 de 650 cv. Pode chegar a 360 km/h.
MENÇÃO HONROSA
SSC Tuatara
O supercarro ainda não começou a ser feito em série pela norte-americana Shelby Super Cars (SSC), mas já tem espaço reservado na lista de mais velozes. Com motor biturbo 7.0 V8, que gera 1350 cv, promete atingir os 444 km/h.

Fonte: estadao

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Homem ingere só uma maçã por dia e água durante uma semana

O personal trainer na Austrália, Michael Jarosky, se propôs a seguir uma dieta por sete dias, composta apenas por sete maçãs, uma por dia, e água. A decisão por uma atitude radical surgiu como um protesto contra a cultura de “mais comida, mais gordura e mais açúcar” nos Estados Unidos que, na opinião de Jarosky, é responsável pelos altos índices de obesidade na Austrália. As informações são do The Sydney Morning Herald. 
Para divulgar o programa, ele compartilhou como estava sendo a restrição alimentícia nas redes sociais. Porém, Jarosky deixou claro que a restrição não era uma tentativa de perder peso, tanto que se negou a contar quantos quilos perdeu ao final da dieta. No primeiro dia, escreveu: “faminto, mas motivado para o desafio”. No segundo, disse estar com muita fome e com o estômago revirado. No terceiro, passou a gerenciar melhor a fome, apesar de sentir desejo por alguns alimentos. 
Mesmo ao lado de companheiros comendo e bebendo, Jarosky se manteve forte na dieta no quarto dia. Ao completar cinco dias com maçãs, começou a ter mais dificuldades para se exercitar. No dia seguinte, ele já estava animado para voltar a comer de novo. “Consegui, nunca provei uma comida tão boa na minha vida”, postou no último dia do programa, quando voltou a se alimentar normalmente. 
Comer maçãs por sete dias não é um conceito totalmente novo. Budistas, judeus, católicos, cristãos, muçulmanos e outros religiosos têm o costume de passar por fases de jejum. Para Jarosky, a dieta não provocou fraqueza, nem alterou a qualidade do sono. “Fiz 100 flexões, abdominais e pulei corda na maioria dos dias”, contou.
O personal não recomendou a dieta, pois disse ser “irresponsável” incentivar o jejum a pessoas que não conhece. Por outro lado, ele avaliou a experiência como positiva pois o fez entender que o corpo precisa de nutrientes e não de certos tipos de comida. 

Fonte: saude.terra

domingo, 4 de agosto de 2013

Estudo descarta vínculo entre cansaço e horas de sono

Dormir mais não significa que a pessoa fique menos cansada, assegura um investigador sueco que coordena um estudo sobre a relação entre o sono e o cansaço.

"A duração do sono não é uma boa referência para analisar se o sono é suficiente ou não", declarou à AFP este pesquisador em neurologia da universidade de Estocolmo, especializado em stress (esforço/pressão), Torbjörn Aakerstedt.
 "Isso é condicionado pelos genes e depende da idade e da saúde da pessoa", acrescentou. A equipa coordenada por Aakerstedt chegou a esta conclusão ao fim de três estudos, um dos quais examinou os hábitos de sono de cerca de 6.000 pessoas.
"Se alguém se sente bem e dinâmico durante o dia, é porque provavelmente dormiu o suficiente", admitiu Aakerstedt.
Segundo o estudo, que será publicado antes do fim do ano, a duração normal de sono é de seis horas e 55 minutos durante a semana e uma hora a mais no dia seguinte caso não haja nenhum compromisso.
De acordo com os cientistas, os jovens precisam de oito horas de sono em média, enquanto no caso dos maiores de sessenta anos este período cai para seis horas. "No entanto não há uma média global", advertiu Aakerstedt. "As pessoas de 20 anos podem inclusive dormir mais e sentirem-se mais cansadas durante o dia". Isso explica-se porque o cérebro continua em desenvolvimento, complementou.
Embora dormir mais do que o necessário não produza mais energia, dormir menos pode trazer consequências para a saúde, como um enfraquecimento do sistema imunológico, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, engordar e sofrer acidentes de trânsito ou no trabalho.

Fonte: diariodigita

Acampar durante uma semana melhora o sono e ajusta o relógio biológico

Passar uma semana exposto à luz natural ao acampar na natureza foi o suficiente para sincronizar os relógios biológicos de oito pessoas com o nascer e o pôr-do-sol, segundo um estudo feito na cadeia de montanhas do Colorado, nos EUA.

O estudo, realizado pela Universidade do Colorado Boulder, nos Estados Unidos, pode ajudar quem luta para estabelecer uma rotina de sono consistente e deseja por fim à sonolência matinal. Os investigadores recomendam passar uns dias acampado para quem quer ajustar o relógio biológico e praticar hábitos mais saudáveis em termos de sono.
Segundo o estudo, publicado no Current Biology, «uma semana de exposição à alvorada e ao crepúsculo, com noites iluminadas apenas por fogueiras» regulariza o hábito de dormir e melhora o estado de atenção durante a manhã.

Para chegar à conclusão, os cientistas analisaram a rotina de oito adultos durante uma semana de trabalho, como ida à escola e actividades sociais. Depois, levaram o grupo para uma semana de acampamento ao ar livre nas montanhas do Estado norte-americano do Colorado, quando os adultos foram privados de contacto com luz eléctrica à noite.
Assim, se antes da semana de acampamento, os adultos tendiam, geralmente, a dormir após a meia-noite e a despertar por volta das 8:00; após o campismo, todos passaram a ter sono, em média e de forma espontânea, duas horas a mais do que habitual.

Fonte: diariodigital