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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Um ibuprofeno por dia pode prolongar-lhe a vida até mais 12 anos

Cientistas norte-americanos provaram em laboratório que organismos vivos, como vermes e moscas, a quem lhes foi administradas doses de ibuprofeno, viveram mais tempo, lê-se no diário britânico Metro.
Os testes iniciais com o analgésico de venda livre, a comprovarem-se compatíveis com os humanos, podem prolongar o equivalente a 12 anos de vida a qualquer pessoa.
A investigação, que ainda está a decorrer, é liderada por Michael Polymenis, da Universidade do Texas A&M, que concluiu ainda que os organismos testados com o ibuprofeno não só viveram mais 15% do tempo média de vida das suas espécies, como ainda melhoraram a sua saúde.
O próximo passo da pesquisa é provar os resultados nos seres humanos.Fonte:http://www.sol.pt/

domingo, 14 de dezembro de 2014

Três cafés por dia reduzem o risco de sofrer de zumbidos

Um estudo recente desenvolvido pelo Hospital Brigham and Women’s assinala a possibilidade de que a ingestão de café reduz o risco de sofrer de zumbidos.
Este estudo realizou-se a mais de 65.000 mulheres norte-americanas entre os 30 e 44 anos de idade que não sofriam de zumbidos em 1991 e foram seguidas por especialistas durante 18 anos. Nesse período, foram reportados quase 5300 casos de zumbidos.
As mulheres que consumiam cerca de uma chávena e meia de café por dia de cafeína tinham mais 15% de probabilidades de sofrer de zumbidos, do que as que consumiam de cerca de três chávenas de café por dia, concluíram os especialistas. A cafeína estimula o sistema nervoso central, e investigações anteriores demonstraram que a cafeína tem um efeito direto sobre o ouvido interno.
“A ‘terapia do zumbido’ mais usada é a Terapia de Habituação ao Som e tem como objetivo diminuir a perceção do acufeno pelo paciente e o seu impacto negativo. Isto porque, geralmente, as pessoas que têm zumbidos tendem a aumentar a perceção do mesmo à medida que lhe dão mais atenção. Por norma as pessoas não se conseguem descentrar de uma forma natural do zumbido, o que se traduz num círculo vicioso que acaba por ser muito prejudicial, se não for resolvido”, afirma Alexandra Marinho, Audiologista e especialista em zumbidos.
As pessoas que padecem deste problema devem dirigir-se a um médico especialista em otorrinolaringologia, que realizará uma avaliação médica dos sintomas e determinará os possíveis tratamentos a realizar. Se os zumbidos durarem mais de seis meses, são considerados acufenos crónicos e aqui é necessário atuar em conformidade, em prol do seu bem-estar.Fonte:http://flagra.pt/n

9 razões para beber chá todos os dias

Milhares de portugueses bebem café todos os dias. Mas porque não deixar esta bebida de lado e dedicar-se ao chá? O ‘five o’clock tea’ é uma tradição britânica, mas não nos podemos esquecer que foi a infanta portuguesa Catarina de Bragança – mais tarde, rainha consorte de Inglaterra e Escócia – que incutiu este hábito nos ingleses.
O Huffington Post fez uma lista das nove razões pelas quais devemos beber chá todos os dias. 
1.    É mais fácil de fazer do que café: É verdade, hoje em dia já existem máquinas que tornam tudo mais fácil. Mas para quem gosta do café ‘puro’ da cafeteira, que tal experimentar ferver um pouco de água e colocar um pacotinho de chá numa caneca? 
2.    Chá verde faz bem aos ossos: Vários estudos mostram que beber chá verde ajuda a diminuir o risco de osteoporose. 
3.    Chá preto sem açúcar ajuda a terminar com o mau hálito: Um estudo da Universidade de Chicago mostra que o chá preto tem um componente químico que ajuda a reduzir a formação de bactérias que produzem o mau hálito.
4.    É um ‘bem essencial’ na China: Tendo em conta que é uma das sociedades mais antigas do mundo e que consome chá há milhares de anos… Os factos falam por si.
5.    Ajuda a relaxar: Dependendo da variedade que beber, o chá ajuda a manter a calma e a adormecer. 
6.    Algumas das figuras mais importantes do mundo não o dispensam: Barack Obama, por exemplo, encheu a despensa da Casa Branca com pacotes de chá. Alfred Hitchcock, Jackie Kennedy, Sean Connery e os Beatles são algumas das celebridades que não dispensam uma boa chávena de chá.
7.    Ajuda a prevenir alergias sazonais: Se costuma sofrer com a mudança de estação e os pólens no ar, beber chá é uma boa solução para o seu problema: Um estudo citado pelo Huffington Post mostra que o chá de urtiga ajuda a aliviar os sintomas deste tipo de alergias.
8.    É melhor que água: Um estudo publicado no European Journal of Clinical Nutrition defende que o chá deixa-o tão hidratado quanto a água. “A água serve para substituir fluidos. O chá faz o mesmo e, para além disso, contém uma série de antioxidantes que fazem bem ao organismo”, explicou a nutricionista Carrie Ruxton à BBC.
9.    Motivo de festa: Se gosta de se divertir e não tem nenhuma desculpa para reunir os seus amigos, organize um chá das 5. Estão novamente a ficar na moda e permitem conviver de uma forma saudável. Claro que não conseguirá organizar festas todos os dias, mas pelo menos vai bebendo uma chávena por semana, por exemplo.

Fonte:http://www.sol.pt/

domingo, 2 de novembro de 2014

CHOCOLATE PARA A MEMÓRIA!

Agora já tem uma desculpa saudável para comer chocolate, mas só de vez em quando. Um estudo norte-americano chegou à conclusão que os antioxidantes presentes no cacau podem reverter o declínio da memória associado ao envelhecimento em adultos saudáveis. 

À medida que envelhecemos, as nossas capacidades cognitivas, entre elas a aprendizagem e a memória, tendem a degradar-se, um processo que se inicia na idade adulta mas que, por norma, apenas começa a afetar a qualidade de vida a partir dos 50 ou 60 anos.

Ao contrário de demências como o Alzheimer, trata-se de um declínio natural e, de acordo com uma investigação desenvolvida recentemente por cientistas da Universidade de Columbia, nos EUA, e publicada na revista científica Nature Neuroscience, pode ser revertido com recurso a flavonóides extraídos do cacau. Os especialistas testaram a forma como estes compostos podem melhorar a função cerebral e, consequentemente, a memória, através de uma bebida contendo antioxidantes do cacau desenvolvida pela empresa Mars, Incorporated unicamente com propósitos de investigação.
Fonte:http://www.menshealth.com.pt/

Quatro dicas para ter os dentes mais brancos

Para muita gente, ter os dentes brancos é uma das maiores preocupações. Muitos optam por recorrer a tratamentos dentários ou a produtos extremamente caros e que, por vezes, não têm o resultado desejado.
Mas há uma coisa que pode fazer a um custo praticamente nulo e que ajuda o seus dentes a ficarem mais brancos: adaptar a sua alimentação. Aqui ficam os conselhos que o dentista Anthony Zybutz, deu ao Daily Mail:
1. Escolher os alimentos e as bebidas que ingere
Prós:
Tudo aquilo que ingere influencia a ‘saúde’ dos seus dentes e da sua gengiva. Por isso, tem de ter atenção àquilo que come e bebe.
Escolha vegetais com fibras como os brócolos que ajudam a diminuir a inflamação nas gengivas.
O cálcio também ajuda a manter os dentes brancos por isso não é uma má ideia complementar a sua dieta com leite e iogurtes.
E que tal terminar uma refeição com ananás? É o único alimento com bromelaína, propriedade anti-inflamatória que ajuda a limpar os dentes.
Contras:
Tente reduzir bebidas que possam manchar os seus dentes como café, vinho, chá, coca-cola e bebidas energéticas.
Outros alimentos que também não ajudam são as amoras, mirtilos, romãs, alimentos com caril e molho de soja, já para não falar nos corantes.
O melhor mesmo é beber (muita) água. Para além de se manter hidratado, ajuda a limpar os dentes que outras bebidas que possam manchar os dentes
2. Mastigar o que come
Lembra-se quando a sua mãe lhe dizia para mastigar bem a comida? Não era à toa – ainda que os dentes brancos pudessem ser a última das suas preocupações.
As frutas e os vegetais que precisam de ser mastigados funcionam como escovas de dentes durante as refeições. Opte por adicionar à sua dieta alimentos como maçãs, cenouras, couve-flor, feijão-verde e aipo.
Os queijos duros também são uma boa opção uma vez que retiram outras partículas de camadas alojadas nos dentes e previnem a formação de placa bacteriana.
Este tipo de comida ajuda ainda a manter as gengivas saudáveis ao promover a circulação sanguínea naquela zona.
3. Aumentar a produção de saliva
Aumentar o fluxo da saliva ajuda a manter os dentes mais brancos. Para isso, comece a comer citrinos como limão, lima, laranjas e toranja. Outra boa opção são os morangos, que contêm ácido málico, um ácido orgânico que ajuda à produção de saliva.
4. Ser realista
São poucas as pessoas capazes de cumprir dietas rigorosas portanto o melhor é ser realista. Ninguém está a espera que corte com o café ou que comece a comer brócolos em todas as refeições.
O ideal é comer e beber de tudo mas com moderação e, acima de tudo, ter uma boa higiene oral. Isto é, lave os dentes regularmente – em especial depois das refeições – e faça check-ups dentários de tempos a tempos porque, convenhamos, as dietas não fazem milagres. 

Fonte:http://www.sol.pt/n

sábado, 2 de agosto de 2014

Os 10 alimentos que o ajudam a ficar mais bronzeado

Já todos ouvimos dizer: “Estás com um ar mais saudável, vê-se mesmo que estamos no Verão”. O bronzeado costuma ‘esconder’ as olheiras, borbulhas e manchas faciais, por isso muitos os homens e mulheres que tentam ficar com um tom de pele mais escuro. 
No entanto, são muitos os que não têm cuidado com a exposição aos raios ultravioleta e passam horas a ‘torrar’ ao sol, sem utilizarem protector solar. Só esta iniciativa pode aumentar de forma considerável o risco de desenvolver cancro de pele.
Mas afinal, o que podemos fazer para, de uma forma saudável, ficarmos com uma pele mais bronzeada? Podem parecer duas coisas completamente distintas e sem qualquer ligação, mas a nossa pele e aquilo que comemos estão intimamente relacionados. 
Existem alguns alimentos que ajudam a manter uma cor de pele mais morena. Isto porque possuem uma substância essencial: a betacaroteno, um pigmento carotenóide antioxidante que está presente nos alimentos mais coloridos. “Quanto mais forte e vibrante a cor do alimento, mais betacaroteno ele possui”, explica a nutricionista Wilma Mezini. Para além de ajudar a bronzear, “esta substância combate também o envelhecimento da pele e auxilia na protecção contra o cancro”, acrescenta.
“Os alimentos ricos em betacaroteno contribuem para um melhor bronzeado da pele através da produção de melanina (substância que dá cor à pele). Para sentir bem esse efeito basta consumir duas ou três vezes por dia alimentos ricos em betacaroteno, pelo menos 4 dias antes da primeira exposição ao sol”, disse ao SOL Wilma Mezini.
Assim sendo, quais são os alimentos que nos ajudam a desenvolver (e a manter) uma pele bronzeada de forma saudável?
Cenoura: Uma “excelente fonte de betacaroteno, que contém boas quantidades de vitamina C e potássio, que ajuda a controlar a retenção hídrica”, explica Wilma Mezini. Este alimento estimula a produção de melanina, pigmento responsável pela cor a pele.
Batata-doce: “Uma fonte de vitamina A e de vitamina C. Também possui vitaminas do complexo B (principalmente Vitamina B1, B2), fósforo e ferro. É uma das principais fontes de carboidrato, nutriente essencial para o fornecimento de energia. Proporciona um bronzeado divinal”, disse ao SOL a nutricionista.
Abóbora: Este alimento contém “altas doses de betacaroteno e uma considerável quantidade de fósforo, cálcio e vitaminas do complexo B (B1 e B2 principalmente)”. Além de proporcionar uma boa cor da pele, ajuda a combater a oxidação das células e actua contra o envelhecimento.
Pimento  amarelo, vermelho e verde: Estes alimentos são ricos em cálcio e vitaminas antioxidantes, como a A, C e E. Estas substâncias “protegem os tecidos e as células do organismo, evitando, por exemplo, o envelhecimento precoce, cegueira e a queda de cabelo. Ajuda também a aumentar a absorção e a utilização do ferro no organismo”, explica Wilma Mezini.
Vegetais verde-escuros, tais como, espinafres, rúcula, brócolos e couve: “São fontes de clorofila com alta concentração de vitaminas do complexo B, vitaminas A e C, além de vitamina E, cálcio e magnésio (…) Estes alimentos também contribuem para a manutenção do dourado da pele”, acrescenta.
Beterraba: “É uma amiga da boa cor da pele e rica em betalaína, um antioxidante natural. Este vegetal contém compostos químicos capazes de impedir a formação de coágulos sanguíneos e na prevenção contra o cancro”, explica a nutricionista.
Manga: “Outra fonte de betacaroteno, rica em vitaminas. Esta fruta ajuda a intensificar o bronze da pele no Verão”, disse Wilma Mezini.
Papaia: “É uma fruta rica em fibras, contém enzimas que ajudam a prevenir a oxidação do colesterol e ajuda a prevenir doenças cardiovasculares. Os antioxidantes presentes neste fruto ajudam no controlo do envelhecimento prematuro, na prevenção de obstipações [prisão habitual de ventre] e na digestão”, conclui a nutricionista.
Fonte:http://www.sol.pt/n

Venda de 'superalimentos' aumenta em Portugal

Os ‘superalimentos’, caracterizados pela concentração de nutrientes, são cada vez mais vendidos em Portugal até porque são procurados como indicação terapêutica para prevenir cancro e doenças degenerativas ou problemas como o colesterol e a obesidade.
Contactados pela agência Lusa, alguns pontos de venda deste tipo de alimentos avançaram que o aumento de vendas ronda os 30% e, em alguns casos, o valor obtido no primeiro semestre deste ano duplicou em comparação ao mesmo período do ano passado.
Miguel Monteiro, gestor de rede dos supermercados biológicos Brio, faz parte do grupo que registou aproximadamente 30% de crescimento de vendas deste tipo de produtos.
"Os mais vendidos são as sementes de chia, a maca e as bagas goji", disse, acrescentando que, ultimamente, "têm aparecido mais marcas de superalimentos em virtude de ser um mercado em expansão a nível nacional".
A marca 'Iswari', que vende apenas este tipo de produtos, quer numa rede de supermercados de comida saudável quer pela internet, apresenta a mesma lista dos ‘superalimentos’ mais vendidos, mas acrescenta a spirulina e o açaí.
Segundo o presidente da 'Iswari', Gonçalo Sardinha, a empresa "duplicou [este ano] as vendas em Portugal em relação ao primeiro semestre de 2013", o que justifica pelo facto de se tratar de alimentos "considerados exóticos" e por "terem propriedades extraordinárias".
Mas para muitos dos consumidores, a razão para comprarem ‘superalimentos’ está mais relacionada com os benefícios para a saúde.
A maioria dos ‘superalimentos’ são ricos em ómega 3, proteína e energia, e podem ser consumidos pela maioria das pessoas, visto serem alimentos naturais, salvo em caso de alergia a um determinado componente. 
"A elevada concentração de nutrientes em pouco volume" é o que distingue os ‘superalimentos’ de um alimento "apenas" saudável, explicou a nutricionista Ana Bravo.
No entanto, o consumo de uma grande quantidade de ‘superalimentos’ em simultâneo pode ser prejudicial pois "um alimento que tem muitas vitaminas, associado a uma alimentação rica em nutrientes, pode provocar hipervitaminose", alertou.
Por isso, defendeu a nutricionista, é preciso que seja respeitada "a ingestão das doses recomendadas nas embalagens".
Para a farmacêutica Margarida Duarte, que dirige o departamento de marketing da recém-criada marca de ‘superalimentos’ 'Fold', a razão do sucesso de vendas baseia-se na vontade de prevenir doenças de forma natural.
"O mix ómega [mistura de sementes de linhaça, cânhamo e chia] ajuda a baixar o colesterol devido à fibra e aos ácidos gordos essenciais", exemplificou Margarida Duarte, acrescentando que as bagas goji ajudam a prevenir as doenças degenerativas e o açaí combate as células cancerígenas.
Neste caso, as vendas são feitas online mas também em farmácias, já que o consumo de ‘superalimentos’ deve ser aconselhado antes da sua compra.
"Alguém que come açaí de forma regular irá ter o sistema imunitário reforçado e, por isso, na farmácia pode ter uma indicação do ‘superalimento’ adequado a esse caso", concluiu.
Fonte:Lusa/SOL


domingo, 1 de junho de 2014

Os 8 alimentos que fazem bem à pele

Não é só o sol que faz mal à pele. Uma alimentação descuidada e repleta de gorduras pode causar danos irreparáveis. Mas a verdade é que existem alguns alimentos que podem ajudá-lo a manter uma pele brilhante e saudável. O Huffington Post – com a ajuda da nutricionista Paula Simpson – fez uma lista que o pode ajudar a manter um corpo resplandecente durante este Verão.
1.    Melancia: Todos sabemos esta fruta é constituída maioritariamente por água (90 por cento da sua composição), mas para além disso é uma excelente fonte de vitamina C. As suas propriedades antioxidantes ajudam a prevenir o envelhecimento da pele.
2.    Frutos Silvestres: Amoras, framboesas, morangos e mirtilos também ajudam a evitar a destruição da sua pele. Porquê? Uma palavra-chave: Antioxidantes.
3.    Ananás: Para além de uma quantidade imensa de vitaminas e minerais, este alimento contém bromelaína, um extracto de enzimas que previne o aparecimento de inflamações cutâneas.
4.    Citrinos: Laranjas, tangerinas e limões são alguns dos frutos que fazem bem à pele. Contêm uma grande quantidade de vitamina C e de aminoácidos que auxiliam na produção de colagénio, uma proteína fundamental na constituição da matriz extracelular do tecido conjuntivo e que o ajuda a manter uma pele jovem e saudável.
5.    Pepino: Por ser compostos maioritariamente por água (tal como as melancias), os pepinos devem ser consumidos em grande quantidade durante o Verão, pois ajudam a manter o corpo e, consequentemente, a pele hidratados.
6.    Dente de Leão: Não se costuma usar muito em Portugal (nós optamos mais pela rúcula), mas o dente de leão é apontado pela nutricionista Paula Simpson como um dos melhores alimentos para ajudar a preservar a pele. Está repleto de vitamina A , K e C, que, tal como afirmámos anteriormente, ajuda a produzir colagénio. Ajuda também a combater o acne e outras doenças cutâneas.
7.    Salmão: Este peixe tem muito ómega 3, o que ajuda a regular a oleosidade da sua pele.
8.    Água de coco: Exótico, mas óptimo para esta estação do ano. Para além de ajudar a hidratar o corpo, a água de coco contem uma grande quantidade de potássio, o que ajuda a ‘levar’ mais nutrientes e oxigénio até à sua pele através da estimulação da circulação sanguínea.
Fonte:http://www.sol.pt/

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Tem falta de memória? Veja mitos e verdades sobre este assunto

Quem nunca esqueceu onde deixou as chaves ou estacionou o carro? O nome de um conhecido ou ainda de pagar aquela conta no dia certo? Com um dia a dia cada vez mais atarefado é muito comum esquecer alguma coisa pelo caminho. Mas, às vezes, esses esquecimentos frequentes podem ser sinal de um nível mais grave de stresse, ou então de depressão, e até mesmo de alguma doença neurológica.

A memória é o armazenamento de informações e factos obtidos através de experiências vividas ou até mesmo ouvidas. Ela está intimamente ligada à aprendizagem e também ao emocional – por isso algumas memórias são mais marcantes do que outras.
Existem duas formas pelas quais o cérebro adquire e armazena informações: a memória de procedimento e a declarativa. A de procedimento, também chamada de memória implícita, armazena informações não verbalizadas, como habilidades motoras, sensitivas ou intelectuais, através da repetição de uma actividade que segue sempre o mesmo padrão. Esse é o caso, por exemplo, de andar de bicicleta ou nadar. Os dados armazenados nessa memória não dependem da consciência, por isso é possível executar essas tarefas pensando em outras coisas, como se estivesse no «piloto automático».
Os sentidos estão intimamente ligados à memória. Isso porque é por meio deles que experimentamos os factos e informações que ficarão armazenados na memória. Além disso, de acordo com um estudo do Instituto Nacional de Neurociências de Turim, em Itália, publicado em 2010 na revista Science, a mesma parte do cérebro que é responsável pela elaboração dos sentidos também age no armazenamento da memória.
Assim, um cheiro, uma música ou uma imagem pode evocar as mais diversas lembranças. Um exemplo clássico é a obra-prima do escritor francês Marcel Proust, «Em Busca do Tempo Perdido», em que o cheiro de madeleine, um tradicional doce francês, fez com que o autor relembrasse a sua infância e, a partir daí, desenvolvesse a história.
A memória é fortemente influenciada por factores afectivos e psicológicos. Assim, os estados afectivos, o humor ou a emoção alteram o processamento das informações. Se estamos bem, podemos concentrar-nos melhor – o que influencia na retenção da informação. Mas se estamos preocupados, distraídos, com várias coisas na cabeça, então será mais difícil receber e registar as informações.
O stresse e a ansiedade são dois grandes inimigos da memória. O excesso de stresse não apenas dificulta a concentração e a atenção, como também interfere no próprio processo de aquisição e formação de novas memórias. A ansiedade também pode alterar este processo, principalmente por comprometimento da atenção.
Some-se a isso as cobranças intensas da vida moderna, associadas a longas jornadas de trabalho e sono de baixa qualidade, e o resultado é que fica muito mais difícil lembrar nomes de pessoas, o que devemos fazer em seguida e até mesmo onde deixamos as chaves ou o telemóvel, por exemplo.
«Podemos dizer que o excesso de demanda da química necessária para manter o corpo e a mente activados se 'esgotam' em algum momento», alerta o psiquiatra Sergio Klepacz, do Hospital Samaritano de São Paulo. As consequências mais imediatas são falta de atenção, perda de concentração e dificuldade de memória.

O envelhecimento pode trazer um pequeno défice de atenção, de concentração, de armazenamento de dados actuais. Mas isso não significa que todas as pessoas mais velhas tenham problemas de memória. O envelhecimento saudável, mantendo-se activo, contribui muito para que a memória também se conserve saudável e activa.
«A diminuição da memória na terceira idade é normal, principalmente a episódica, para factos e informações recentes do dia-a-dia (lembrar-se de nomes de pessoas, lugares onde guardou os seus pertences ou o carro etc.), que acontecem apenas de vez em quando, não persistem e não interferem ou atrapalham as actividades quotidianas», explica o neurologista Benito Damasceno, professor do Departamento de Neurologia da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp.

No entanto, nem sempre os esquecimentos são apenas fruto do stresse, da distracção ou da ansiedade. Quando os esquecimentos são muito frequentes, especialmente quando a pessoa passa a esquecer fatos e informações que costumava lembrar com facilidade, é bom ficar atento, pois pode ser um sinal de síndrome de demência.
As síndromes demenciais são a perda ou redução progressiva das capacidades cognitivas – ou seja, do processo que envolve atenção, percepção, raciocínio e linguagem, e especialmente a memória.
A demência mais comum é a doença de Alzheimer. De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), a doença afecta actualmente entre 24 e 37 milhões de pessoas no mundo todo. A doença de Alzheimer é uma doença neurodegenerativa, ou seja, que destrói os neurónios progressivamente. Essa degeneração começa no hipocampo, área que processa a memória, e com o tempo se espalha por outras regiões do cérebro.
«Esquecimentos persistentes de factos recentes, recados, compromissos, dificuldades com planeamento de actividades, cálculos, controlo das finanças, desorientação no tempo e no espaço, dificuldade de executar tarefas rotineiras e alterações de comportamento são os primeiros sinais da doença de Alzheimer», explica o psiquiatra Cássio Bottino, professor do Instituto de Psiquiatria (IPq) da USP.
Caso esse quadro se repita com frequência, é importante procurar ajuda especializada. Afinal, um diagnóstico precoce muitas vezes pode fazer toda a diferença no sucesso do tratamento.
Porém, existem também outras doenças que podem afectar a memória. «Os 'derrames' ou isquemias, diabetes, abuso de álcool e outras drogas, défice de vitaminas (hipovitaminose b12), doenças da tiróide (hipotiroidismo), infecções do cérebro, doenças do fígado e rim, e mesmo excesso de medicamentos que a pessoa usa (anti-hipertensivos, antibióticos, anticolinérgicos etc.) podem afectar a memória», aponta Damasceno.
Para activar a memória é preciso mantê-la activa. Ou seja: quanto mais exercita a memória, mais ela fica «afiada». Ler é um dos melhores exercícios, mas não é o único. Outras actividades que estimulem o cérebro a pensar também contribuem para estimular a memória como xadrez, jogos de cartas, dama, palavras cruzadas, caça-palavras, videojogos e quebra-cabeça, entre outros.
Conversar e expressar opiniões também é importante: durante a actividade argumentativa, o cérebro é requisitado para opinar e replicar, e essa argumentação colabora para a memorização. Por isso a socialização tem um importante papel na memória. «É fundamental a sociabilização para a memória, a saúde e o bem-estar do ser humano», afirma o neurologista Custódio Michailowsky Ribeiro, do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho.
Manter o corpo saudável também contribui muito para a saúde da memória. Ter uma alimentação equilibrada, praticar exercícios regularmente, evitar o stresse e procurar ter uma boa qualidade de sono são fundamentais. «Ter paciência, bom humor, organização, saber distribuir o seu tempo diário com trabalho, descanso e lazer. Bons hábitos e uma boa noite de sono com muitos sonhos também ajudam, pois, neste período, o cérebro faz a sua limpeza das impurezas produzidas pela actividade neuronal realizada durante o dia», recomenda Ribeiro.
Fonte:http://diariodigital.sapo.pt/

sábado, 12 de abril de 2014

10 remédios naturais para a depressão

1 - Exercício
Quando praticamos exercício físico ocorre uma alteração geral no corpo. Desde a ativação do metabolismo cardiovascular, vários tipos de alterações endócrinas no cérebro, alterações hormonais e mudanças fisiológicas. Este tipo de mobilização do corpo faz com que existam igualmente algumas alterações no nosso cérebro, contribuindo para mudanças positivas no estado de espirito. Por exemplo, fazer caminhadas curtas de 5 ou 10 minutos, aumenta a energia e reduz a tensão.
2 - Terapia de luz
Quando os dias são mais curtos e escuros, no inverno, algumas pessoas são propensas a um tipo de depressão chamada de 'transtorno afetivo sazonal'. Uma maneira de aliviar os sintomas pode ser a terapia de luz, que começa com sessões diárias de cerca de 15 minutos e pode aumentar até duas horas por dia. O tempo depende da gravidade dos sintomas e da intensidade da luz, determinadas pelo médico. 
3 - Um diário de humor
A ideia é levar as pessoas a ter um pensamento positivo diariamente. Muitos psicólogos recomendam escrever um "diário de humor", pois ajuda a manter o controlo sobre os acontecimentos, e reforçar as coisas positivas, não deixando que os maus momentos o deitem abaixo. 
4 - Acupuntura
Promove o equilíbrio biológico e mental e aumenta a produção de endorfinas, responsáveis pela sensação de bem-estar.
Um estudo da Universidade do Arizona constatou que 64% dos participantes progrediu após este tratamento, em comparação com 27% do grupo que não fez tratamento.
Outro estudo publicado no Journal of Affective Disorders, que analisou pacientes com transtornos depressivos, a tomar antidepressivos, mostrou que havia mais melhorias se estes tivessem feito acupuntura, em comparação com aqueles que não fizeram. 
5 - Grupos de apoio
São uma maneira de ajudar a tratar formas mais leves de depressão. Estes grupos oferecem informação sobre o tema, uma comunidade de apoio, bem como a oportunidade de aprender com pessoas que lidam com questões semelhantes. Os psicólogos recomendam também grupos que compartilhem interesses, quer se trate de um clube do livro ou ioga.
6 - Terapia cognitivo-comportamental
É definida como uma "educação sofisticada" para as pessoas com depressão. Uma forma de psicoterapia que se baseia no conhecimento empírico da psicologia. Baseia-se no facto de que os pensamentos desencadeiam sentimentos. Ser consciente dos pensamentos que temos e aprender a mudar os padrões destrutivos, pode alterar a forma como o cérebro funciona e a reacção às situações. É feita durante um curto espaço de tempo, com duração de 10 a 20 sessões, e mostra-se tão eficaz, como os medicamentos, no tratamento da depressão ligeira a moderada.
7 - Óleo de peixe
Este suplemento contém ómega 3 e ácidos gordos, que são encontrados em peixes como o salmão, atum e arenque. Os estudos não são conclusivos, mas acredita-se que o défice deste ácido em determinados momentos (como no período pós-parto) pode causar alterações de humor e depressão. Quando o consumo de alimentos com ómega 3 é alto, as pessoas tendem a ter menos propensão à depressão.
8 - Meditação
É tão eficaz a evitar a recaída quanto os antidepressivos, revelou um estudo publicado pela Archives of General Psychiatry. Segundo o Centro de Saúde Mental e Dependência, no Canadá, que elaborou o estudo, as taxas de recaída dos pacientes no grupo que recorreu a este método, não diferiram dos índices dos pacientes que receberam antidepressivos; já 70% dos pacientes que receberam placebos voltaram a apresentar sintomas de depressão.
9 - Açafrão
Um estudo do Journal of Ethnopharmacology sugeriu que o açafrão pode aumentar os níveis de serotonina, e outras substâncias químicas no cérebro. É tão eficaz como a fluoxetina (medicamento antidepressivo) na redução dos sintomas de depressão. Os participantes que tomaram o açafrão também sofreram menos efeitos colaterais, incluindo a transpiração e disfunção sexual, do que aqueles que tomaram fluoxetina.
10 - Ioga
Fazer uma posição/exercício pode aliviar o stress e os sintomas de depressão. Vários estudos têm mostrado que praticar ioga reduz a hostilidade, ansiedade e depressão, ao mesmo tempo que melhora a energia, a qualidade do sono e bem-estar.


 


Fonte:http://visao.sapo.pt/

sábado, 22 de março de 2014

Batatas fritas em temperatura elevada aceleram envelhecimento

Batatas fritas em temperatura elevada aceleram envelhecimento

Os alimentos ricos em amido, como as batatas, quando cozidas a temperaturas superiores a 120°C geram uma reacção química que origina produtos tóxicos que aceleram o envelhecimento, segundo a Academia Nacional de Farmácia de França.

Aqueles alimentos submetidos a altas temperaturas causam um processo de glicação (soma entre uma proteína e um carboidrato) avançada, conhecido como AGE, que pode acelerar o envelhecimento, segundo um estudo dirigido por Eric Boulanger, especialista em Biologia da Universidade de Lille 2.
As partes queimadas das batatas fritas e cozidas, assim como do pão tostado, as bolachas, o pão branco e o café, contêm acrilamida, um composto comprovadamente cancerígeno e neurotóxico em células animais, embora não em seres humanos.
Um recente estudo norte-americano realizado em homens e animais mostra que esses produtos podem provocar no ser humano problemas de memória semelhantes ao Alzheimer.
A partir dessa pesquisa, a equipa de Boulanger estabeleceu a existência de um vínculo entre esses produtos e o envelhecimento vascular, que causa maior rigidez nas artérias e hipertensão.
Para evitar consequências negativas, os pesquisadores franceses recomendam cozinhar os alimentos com água, vapor ou no micro-ondas, em vez de assados ou preparados na grelha.


Fonte:http://diariodigital.sapo.pt/

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Os erros alimentares dos brasileiros

Dados do Ministério da Saúde nos ajudam a entender como a alimentação do brasileiro piorou. A nossa combinação feijão com arroz está cada vez menos frequente, abrindo espaço para alimentos industrializados. O nosso famoso jeitinho está na verdade nos complicando, em vez de ajudar e sabemos que a causa de várias doenças são ligadas aos erros alimentares, cometidos dia após dia, com um resultado trágico e cada vez mais precoce.
A pesquisa revela que 48,1% da população adulta está acima do peso e 15% está obesa. Especificando esses dados percebemos que apenas 18,2% dos entrevistados consomem cinco porções de frutas e hortaliças em cinco dias ou mais por semana; 34% consomem alimentos com elevado teor de gordura e 28% consomem refrigerantes cinco ou mais dias por semana.
Quanto ao consumo de sódio no Brasil, os números são bastante preocupantes. Foi estimado atualmente que oconsumo diário é de 12 gramas – mais que o dobro recomendado pela OMS (Organização Mundial da Saúde). O açúcar também é consumido com exageros por cerca de 61,3% da população.
São dados muito relevantes como nos explica o Dr Fábio Cardoso especialista em medicina preventiva, longevidade.  Tem alimentos que erramos porque consumimos muito, outros por consumirmos de menos. Vamos a eles:
- Os erros por excesso:
1- De calorias: O excesso calórico encontra-se entre os erros mais comuns. A escolha dos alimentos é muito importante e tem grande influência: qualidade sempre deve vir antes de quantidade;
2- De lipídios: Gorduras
3 De açúcar: O açúcar refinado encontra-se na maioria dos alimentos. Os excessos desse produto são prejudiciais principalmente para as artérias. 
4- De carne: O homem moderno consome muita carne. Os laticínios, o peixe, os legumes secos e os ovos têm o mesmo valor protéico e fornecem menos gorduras. 
5- O álcool: O excessivo consumo de bebidas alcoólicas encontra-se entre os erros mais difusos, que nos casos extremos tem consequências físicas, psíquicas, familiares e sociais. 
- Os erros por falta: 
1- De água: O fornecimento diário de pelo menos 25ml/kg/dia de água raramente é respeitado. 
2- De fibras: Outra constatação: nossas mesas estão mais fartas, mas de alimentos ricos em carboidratos e gorduras saturadas e muito pobres em fibras. Sabia que a obesidade é bem mais rara em populações com dietas ricas em fibras? Isto acontece por vários motivos: aumento da saciedade (comemos menos), aumento do tempo para absorver carboidratos (evitando picos de insulin no sangue, o que ajuda a queimar gordura como fonte de energia e diminui o risco de produzir diabetes), melhoram o funcionamento intestinal, auxiliam a proteger a flora intestinal e até brinco dizendo que elas são quase como calorias negativas – alimentos ricos em fibras tem baixa densidade calórica, e como não são absorvidas pelo intestino delgado, chegam intactos ao intestino grosso, podendo ser consumidas em maior quantidade.
3- De minerais e vitaminas:
Em um trabalho científico realizado pela Universidade de Viçosa/MG, em conjunto com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO); A Organização Mundial de Saúde (OMS); a Fundação Getúlio Vargas (FGV); e dados coletados pelo IBGE, foi demonstrada a gravíssima deficiência mineral encontrada na dieta alimentar brasileira.
Constatou-se que essa carência atinge até a parcela da população com alto poder aquisitivo, configurando, portanto, que o déficit nutricional independe da realidade sócio-econômica e que a dieta do povo brasileiro, como um todo, é insatisfatória, incapaz de repor os nutrientes minerais essenciais aos níveis mínimos necessários para a manutenção de uma vida saudável e produtiva.
Outro dado muito importante levantado pelo Dr Fábio foi sobre a pobreza do solo brasileiro.
 O solo brasileiro é pobre de minerais
O prosseguimento dos estudos revelou a origem do problema: contrariando a crença popular, o solo brasileiro, assim como a totalidade dos solos tropicais é pobre de nutrientes essenciais, tais como selênio, zinco, cálcio, ferro e magnésio, indispensáveis à boa formação física e mental.
A carência mineral do solo afeta diretamente toda a cadeia alimentar, inclusive os produtos de origem animal e derivados, que chegam até nós também carentes. Mesmo quem se alimenta bem, não consegue suprir sequer 30% do mínimo necessário.
A fragilidade do solo brasileiro afeta a nossa dieta. No caso de alguns minerais vitais, como o selênio, por exemplo, quem melhor se alimenta no Brasil, consome no máximo 24,7 mcg/dia, quando o mínimo necessário é de 70 mcg/dia.
Principais deficiências
Selênio - causa degeneração pancreática, mialgias, músculos flácidos, fragilidade das células vermelhas, miopatias cardíacas, inclusive fatais.
Zinco - mal funcionamento de enzimas vitais, atrasos de crescimento, depressão da função imunológica, dermatites, alteração da capacidade reprodutiva, anomalias esqueléticas, diarréias e alopécia.
Ferro – anemia e suas conseqüências, como diminuição da atividade intelectual, do desenvolvimento psicomotor, menor resistência a infecções.
Magnésio - suspeita-se que a longo prazo seja fator etiológico de doenças crônicas cardiovasculares, renais e neuromusculares.
Outro erro muito frequente: comer sempre as mesmas coisas. Um prato que contém alface, tomate, azeite de oliva, arroz, feijão e um bife é complete? Podemos dizer que sim. Mas daí a comer sempre o mesmo, estaremos aumentando as chances de produzirmos erros alimentares e deficiências nutricionais específicas. Variar o que se come é uma regra muito importante.
No entanto uma das soluções apontadas pelo Dr é a suplementação que deve ser sempre feita de forma individualizada após exames e principalmente com a orientação de um profissional.
Fonte:http://acritica.uol.com.br/

Adicionar açúcar aos alimentos aumenta risco de ataque cardíaco

Um estudo publicado no site do Jama Internal Medicine demonstra que a ingestão de açúcar, muitas vezes adicionado a alimentos, aumenta o risco de se sofrer de doenças cardíacas, principalmente quando aliado ao sedentarismo e a uma dieta alimentar não equilibrada .
Os investigadores realizaram inquéritos e exames físicos a uma amostra representativa como alvo do estudo. Através do cálculo da percentagem total de calorias ingeridas originárias de açúcares adicionados a alimento, numa investigação que contou com a participação de 31.147 adultos, cientistas calcularam que em pessoas cuja ingestão de açúcar (colocado de propósito nos alimentos) fosse entre os 10% e os 25%, o risco de ter doenças cardiovasculares aumentava 30% em comparação com pessoas para as quais essa proporção era inferior a 10%. Verificou-se o triplo de hipóteses de sofrer de uma doença cardíaca por parte dos participantes cuja dieta incluía 25% de açúcar adicionado.
Fonte:: http://visao.sapo.pt

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Estudo: Homens com excesso de peso produzem «pior esperma»

Ter excesso de peso é, como já se sabe, prejudicial para a saúde. Agora, mais um malefício pode ser adicionado à lista de «contras» por pesar mais do que o ideal.

Uma pesquisa conduzida por cientistas da Universidade de Stanford e do Eunice Kennedy Shriver National Institute of Child Health and Human Development, ambos nos Estados Unidos, aponta que homens com índice de massa corporal (IMC) e tamanho abdominal acima do recomendado produzem esperma de qualidade inferior ao produzido por homens magros.
O IMC é uma medida que leva em conta a altura e o peso do indivíduo.
Uma pontuação de IMC que esteja entre 18.5 pontos e 24.9 pontos é considerada satisfatória. Já se a pontuação se situar entre 25 pontos e 29.9 pontos é considerada excesso de peso.
Um IMC de mais de 30 pontos já configura estado de obesidade.
O estudo — divulgado no jornal científico Human Reproduction — baseou-se em análise de dados abordando um universo de 500 casais, levantados entre 2005 e 2009 nos EUA.
Os homens que tiveram os seus dados analisados tinham, em média, 31 anos de idade, IMC em torno de 29.8 pontos e perímetro abdominal de 100,8 centímetros.
Assim, os investigadores encontraram evidências que relacionavam índices de IMC acima do ideal e circunferências abdominais avantajadas a um volume menor de esperma ejaculado, além de uma contagem menor de espermatozóides nesse líquido.
«Tudo que se relaciona com o esperma é importante. O líquido da ejaculação tem diversas substâncias que criam um ambiente seguro aos espermatozóides. Portanto, se esse líquido ocorre em volume baixo, pode ser um problema», disse Michael Eisenberg, um dos condutores do estudo.


Fonte:http://diariodigital.sapo.pt/n

Uso inadequado de escova de dentes pode causar doenças como cardiopatias

Ter uma correcta higienização oral é fundamental para a saúde. Escovar os dentes após as refeições – pelo menos três vezes ao dia -, antes de dormir e utilizar o fio dental ajudam a prevenir doenças nos dentes, língua e gengivas. Porém, muitas pessoas esquecem ou não sabem como cuidar correctamente do principal objecto desse processo: a escova.


O cuidado com a escova de dentes é imprescindível. É comum deixá-la exposta no lavatório ou em ambientes húmidos, sem qualquer protecção. O problema é que, com esse costume, a pessoa pode levar à boca uma quantidade considerável de bactérias. Quando não está protegida adequadamente, as cerdas expostas acumulam microorganismos lançados no ar, sendo alguns provenientes da sanita.
A lista de doenças causadas por bactérias acumuladas na escova é grande. Periondotite, candidíase, gengivites, cáries e até diarreia. O problema, aparentemente simples, pode agravar e causar doenças graves cardiopatias e pneumonias.
Para tentar amenizar essa acumulação, é aconselhável o uso de protectores ou até mesmo guardá-las fora da casa-de-banho. A escova de dentes deve ser colocada num recipiente fechado e a uma distância de pelo menos dois metros da sanita. É importante, também, deixar a tampa da sanita para baixo na hora da descarga e quando não estiver a uso.
Mas tampar o recipiente ou mantê-la em armários fechados resolve o problema apenas em parte. Isso porque ambientes abafados e húmidos podem contribuir para a proliferação de bactérias ou até mesmo aquelas vindas da própria boca.
Muitas bactérias permanecem vivas na escova por até 24 horas. Por isso, é importante eliminar o excesso de água após o uso, mas nunca utilizando toalhas para secá-la. Borrifar um anti-séptico ajuda também. O mais indicado é a clorexidina 0,12%, encontrada em farmácias.
A vida útil da escova também é algo a ser levado em conta. A troca deve ser feita a cada quatro meses e o tipo de escova varia do gosto pessoal do utilizador.

Fonte:http://diariodigital.sapo.pt/n

Vitamina E ajuda a travar avanço da demência, diz estudo

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos sugere que uma dose diária de vitamina E pode ajudar pessoas com demência.


No estudo, os cientistas do hospital Minneapolis VA Health Care System, da cidade de Mineápolis (norte dos EUA), descobriram que pessoas que apresentavam quadros ligeiros a moderados da doença de Alzheimer e que tomaram elevadas doses de vitamina E apresentaram uma desaceleração do declínio causado pela doença em comparação com as pessoas que receberam placebo.
A melhoria foi constatada em actividades do quotidiano como realizar tarefas de higiene pessoal, participar de uma conversa ou ao vestir. Além de conseguir realizar essas tarefas por mais tempo, os pacientes que tomaram a vitamina precisaram de menos ajuda de prestadores de cuidados.
Por outro lado, a pesquisa não demonstrou uma melhoria ou desaceleração num efeito crucial do Alzheimer, a perda de memória.
O estudo, realizado por pouco mais de dois anos, envolveu 613 pacientes com Alzheimer em estágio inicial ou moderado, com uma média 79 anos e na sua maioria homens.
Eles foram divididos em grupos que receberam ou uma dose diária de vitamina E, ou uma dose do remédio para demência conhecido como memantina, ou uma combinação de vitamina E e memantina, ou ainda um placebo.
Os investigadores descobriram que os participantes que receberam a vitamina E tinham um declínio funcional mais lento do que os que recebiam o placebo. A taxa anual de declínio de funções foi reduzida em 19%.
«Não é um milagre ou, obviamente, uma cura», disse o líder da pesquisa, Maurice Dysken. «O melhor que conseguimos neste momento é diminuir a taxa de avanço da doença.»
Os resultados da pesquisa foram divulgados na publicação especializada Journal of the American Medical Association (Jama)

Fonte:.http://diariodigital.sapo.pt/

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Homem ingere só uma maçã por dia e água durante uma semana

O personal trainer na Austrália, Michael Jarosky, se propôs a seguir uma dieta por sete dias, composta apenas por sete maçãs, uma por dia, e água. A decisão por uma atitude radical surgiu como um protesto contra a cultura de “mais comida, mais gordura e mais açúcar” nos Estados Unidos que, na opinião de Jarosky, é responsável pelos altos índices de obesidade na Austrália. As informações são do The Sydney Morning Herald. 
Para divulgar o programa, ele compartilhou como estava sendo a restrição alimentícia nas redes sociais. Porém, Jarosky deixou claro que a restrição não era uma tentativa de perder peso, tanto que se negou a contar quantos quilos perdeu ao final da dieta. No primeiro dia, escreveu: “faminto, mas motivado para o desafio”. No segundo, disse estar com muita fome e com o estômago revirado. No terceiro, passou a gerenciar melhor a fome, apesar de sentir desejo por alguns alimentos. 
Mesmo ao lado de companheiros comendo e bebendo, Jarosky se manteve forte na dieta no quarto dia. Ao completar cinco dias com maçãs, começou a ter mais dificuldades para se exercitar. No dia seguinte, ele já estava animado para voltar a comer de novo. “Consegui, nunca provei uma comida tão boa na minha vida”, postou no último dia do programa, quando voltou a se alimentar normalmente. 
Comer maçãs por sete dias não é um conceito totalmente novo. Budistas, judeus, católicos, cristãos, muçulmanos e outros religiosos têm o costume de passar por fases de jejum. Para Jarosky, a dieta não provocou fraqueza, nem alterou a qualidade do sono. “Fiz 100 flexões, abdominais e pulei corda na maioria dos dias”, contou.
O personal não recomendou a dieta, pois disse ser “irresponsável” incentivar o jejum a pessoas que não conhece. Por outro lado, ele avaliou a experiência como positiva pois o fez entender que o corpo precisa de nutrientes e não de certos tipos de comida. 

Fonte: saude.terra

domingo, 4 de agosto de 2013

Estudo descarta vínculo entre cansaço e horas de sono

Dormir mais não significa que a pessoa fique menos cansada, assegura um investigador sueco que coordena um estudo sobre a relação entre o sono e o cansaço.

"A duração do sono não é uma boa referência para analisar se o sono é suficiente ou não", declarou à AFP este pesquisador em neurologia da universidade de Estocolmo, especializado em stress (esforço/pressão), Torbjörn Aakerstedt.
 "Isso é condicionado pelos genes e depende da idade e da saúde da pessoa", acrescentou. A equipa coordenada por Aakerstedt chegou a esta conclusão ao fim de três estudos, um dos quais examinou os hábitos de sono de cerca de 6.000 pessoas.
"Se alguém se sente bem e dinâmico durante o dia, é porque provavelmente dormiu o suficiente", admitiu Aakerstedt.
Segundo o estudo, que será publicado antes do fim do ano, a duração normal de sono é de seis horas e 55 minutos durante a semana e uma hora a mais no dia seguinte caso não haja nenhum compromisso.
De acordo com os cientistas, os jovens precisam de oito horas de sono em média, enquanto no caso dos maiores de sessenta anos este período cai para seis horas. "No entanto não há uma média global", advertiu Aakerstedt. "As pessoas de 20 anos podem inclusive dormir mais e sentirem-se mais cansadas durante o dia". Isso explica-se porque o cérebro continua em desenvolvimento, complementou.
Embora dormir mais do que o necessário não produza mais energia, dormir menos pode trazer consequências para a saúde, como um enfraquecimento do sistema imunológico, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, engordar e sofrer acidentes de trânsito ou no trabalho.

Fonte: diariodigita

domingo, 28 de julho de 2013

Beber café pode diminuir o risco de suicídio

Beber várias xícaras de café por dia parece reduzir o risco de suicídio em homens e mulheres em cerca de 50 por cento, de acordo com um novo estudo realizado por pesquisadores da Escola Harvard de Saúde Pública (HSPH). O estudo foi publicado online em 02 de julho no World Journal of Biological Psychiatry .
"Ao contrário de investigações anteriores, que foram capazes de avaliar associação entre consumo de cafeína e não bebidas com cafeína , e identificar a cafeína como o mais provável candidato de qualquer suposto efeito protetor do café ", disse o pesquisador Michel Lucas, bolseiro de investigação no Departamento de de Nutrição da HSPH.
Os autores revisaram dados de três grandes estudos americanos e descobriu que o risco de suicídio para os adultos que beberam 2-4 xícaras de café por dia foi de cerca de metade dos que beberam café descafeinado ou muito pouco ou nenhum café.
A cafeína não só estimula o sistema nervoso central , mas podem agir como um antidepressivo leve, aumentando a produção de certos neurotransmissores no cérebro , incluindo a serotonina, dopamina e noradrenalina. Isso poderia explicar o menor risco de depressão entre os bebedores de café que haviam sido encontrados nos últimos estudos epidemiológicos , disseram os pesquisadores.
No novo estudo, os pesquisadores examinaram dados de 43.599 homens matriculados no Health Professionals Follow-Up Study (HPFS) (1988-2008), 73.820 mulheres no Estudo de Saúde das Enfermeiras (NHS) (1992-2008), e 91.005 mulheres em Estudo de Saúde das Enfermeiras II (NHSII) (1993-2007). Cafeína, café, descafeinado e consumo de café foi avaliada a cada quatro anos por meio de questionários. O consumo de cafeína foi calculado a partir do café e de outras fontes, incluindo chá, cafeína, refrigerantes e chocolate. No entanto, o café era a principal fonte de cafeína, 80 por cento para o NHS, 71 por cento para o NHS II, e 79 por cento para HPFS. Entre os participantes dos três estudos, houve 277 mortes por suicídio.
Apesar dos resultados, os autores não recomendam que os adultos deprimidos aumentar o consumo de cafeína , porque a maioria dos indivíduos ajustar sua ingestão de cafeína para um nível óptimo para eles e um aumento pode resultar em efeitos colaterais desagradáveis. "No geral, nossos resultados sugerem que há pouco benefício adicional para o consumo acima de duas a três xícaras / dia ou 400 mg de cafeína / dia", escreveram os autores.
Os pesquisadores não observaram nenhuma grande diferença no risco entre aqueles que bebiam duas a três xícaras de café por dia e aqueles que tiveram quatro ou mais xícaras por dia, provavelmente devido ao pequeno número de casos de suicídio nessas categorias. No entanto, em um estudo de coffee-depressão HSPH anterior, publicada em Medicina Interna JAMA, os pesquisadores observaram um efeito máximo entre aqueles que bebiam quatro ou mais xícaras por dia. Um grande estudo finlandês mostrou um maior risco de suicídio entre pessoas que bebem oito ou nove copos por dia. Poucos participantes dos dois estudos HSPH bebeu grandes quantidades de café, de modo que os estudos não abordar o impacto de seis ou mais xícaras de café por dia.

Outros pesquisadores HSPH participantes do estudo incluiu o autor sênior Alberto Ascherio, professor de epidemiologia e nutrição; Walter Willett, presidente do Departamento de Nutrição e Fredrick John Stare Professor de Epidemiologia e Nutrição e Research Associates Eilis O'Reilly e An Pan. Pan agora trabalha na Universidade Nacional de Cingapura.

Fonte: medicalxpress.