Mostrando postagens com marcador Curiosidades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Curiosidades. Mostrar todas as postagens

sábado, 11 de janeiro de 2014

Descoberta nova espécie de tartaruga com 145 milhões de anos nas arribas de Mafra


Os paleontólogos espanhóis Francisco Ortega e Adán Pérez-García anunciam hoje em Torres Vedras a descoberta de uma nova espécie de tartaruga com 145 milhões de anos, cujo fóssil foi descoberto nas arribas de uma praia em Mafra.

«Sabíamos que estas tartarugas se encontravam unicamente na Europa e apenas na Inglaterra no Cretáceo Inferior (há 65 milhões de anos), mas este achado em Portugal permitiu-nos descobrir uma tartaruga com 80 milhões de diferença daquela, porque esta é do Jurássico Superior e tem 145 milhões de anos», afirmou Francisco Ortega, paleontólogo e diretor científico da Sociedade de História Natural de Torres Vedras, à agência Lusa.
As semelhanças existentes entre elas permitiram aos cientistas perceber que pertencem à mesma família das «eucryptodiras», de que fazem parte tartarugas atuais, mas as diferenças anatómicas entre ambas levaram-nos a concluir que se tratava de uma nova espécie para a ciência, a que apelidaram de 'Hylaeochelys kappa'.

Fonte:http://diariodigital.sapo.pt/n

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Meditar meia hora por dia alivia ansiedade e depressão, equiparável a antidepressivos

Meditar durante meia hora todos os dias ajuda a aliviar os sintomas da ansiedade e da depressão, revela uma análise feita com base em resultados de cerca de 50 testes clínicos.

«Um grande número de pessoas recorre à meditação mas este exercício não é considerado parte de alguma terapia médica», disse Madhav Goyal, professor adjunto de medicina interna na Universidade Johns Hopkins e principal autor deste estudo publicado na edição online do Jama (Journal of the American Medical Association).
«Mas na nossa pesquisa, a meditação parece aliviar os sintomas da ansiedade e de depressão tanto quanto os antidepressivos noutros estudos», afirmou Goyal ao esclarecer que estes pacientes não sofrem de formas severas de ansiedade ou depressão.
Os cientistas avaliaram o nível de mudança dos sintomas entre as pessoas que sofrem de uma variedade de problemas de saúde, como a insónia ou a fibromialgia, um transtorno que causa dores musculares crónicas.
Apenas uma minoria destes pacientes sofria de uma doença mental, afirmaram os autores.
Fonte:http://diariodigital.sapo.pt/n

sábado, 4 de janeiro de 2014

Vitelo com duas cabeças nasceu em Marrocos

Um vitelo com duas cabeças nasceu recentemente em Fez, no centro de Marrocos, e o está aparentemente de boa saúde, anunciou hoje um fotógrafo da agência noticiosa AFP.
O nascimento do vitelo ocorreu segunda-feira de manhã em Sefru, uma cidade situada nas encostas do Médio Atlas, uma das cadeias montanhosas do país magrebino.
"O vitelo foi baptizado 'Sana saida' (Bom ano) porque nasceu no dia do novo ano", disse à AFP a proprietária do animal.
Esta mãe de cinco filhos declarou ter ficado "surpreendida", mas assegurou que não teve "medo" e evocou "uma obra de Alá".
O animal parece de boa saúde e está a tornar-se uma atracção na região, apesar de o veterinário de Sefru, Mohammed Bkal, ter admitido ser "impossível prever o seu futuro", ao referir-se a uma "malformação congénita com complicada confirmação do diagnóstico devido à ausência de meios adequados".
Citados pela agência oficial MAP, outros veterinários indicaram, por sua vez, que a vaca "deveria ter provavelmente gémeos que se fundiram devido a uma malformação genética".
Apesar de ser um caso raríssimo, não é inédito, precisa a AFP. Em Setembro, foi registado um vitelo de duas cabeças nado-morto numa quinta de Oregon, nos Estados Unidos.
Fonte:http://sol.sapo.pt/i

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Estudos advertem: Dar gargalhadas pode ser prejudicial para a saúde

Uma nova revisão de pesquisas académicas publicada numa revista médica britânica descreve os efeitos negativos da gargalhada Entre os alertas estão: a força do riso pode deslocar os maxilares, propiciar o surgimento de hérnias e causar ataques de asma e dor de cabeça. As gargalhadas podem também causar arritmia cardíaca, desmaios e enfisema (esse último, de acordo com um estudo publicado em 1892).

Além disso, rir em excesso pode causar as síndromes raras e perigosas como a de Pilgaard-Dahl e de Boerhaave. E não se esqueça do impacto aterrorizante do riso prolongado no trato urinário (detalhado em um artigo publicado pela Lancet em 1982, intitulado «Giggle Incontinence», ou Incontinência do Riso, em tradução literal).
Na pior das hipóteses, a nova revisão pode ser uma boa notícia para os sisudos. Se 2013 foi o ano dos hipocondríacos, os autores do estudo dão a entender que 2014 será o ano dos pacientes saudáveis de mau humor.
A análise, intitulada «Laughter and Mirth (Methodical Investigation of Risibility, Therapeutic and Harmful)» (O riso e a investigação metódica da risada terapêutica e prejudicial, em tradução livre), recorreu a cerca de 5.000 estudos. Ela foi publicada na revista BMJ, antigamente conhecida como The British Medical Journal, que publica há muito tempo artigos com pesquisas minuciosas sobre assuntos divertidos nas edições de fim de ano. O subeditor da revista, Tony Delamothe, afirmou que o estudo foi revisto por pares – provavelmente por um médico com o senso de humor cuidadosamente controlado.
Este ano, a edição de Natal também inclui os artigos: «Were James Bond's drinks shaken because of alcohol induced tremor?» (As bebidas de James Bond eram batidas por conta de tremores causados pelo alcoolismo?), «The survival time of chocolates on hospital wards: covert observational study» (O tempo de sobrevivência dos chocolates nas alas hospitalares: um estudo observacional secreto), e «Operating room safety: the 10 point plan to safe flinging» (Segurança na sala de operação: um plano em 10 passos para um arremesso seguro), que apresentava precauções como: «Antes de arremessar, identifique o alvo e a área atrás dele», e «nunca arremesse um instrumento para o alto».
Na Primavera passada, os co-autores do estudo,  Robin E. Ferner, professor honorário de farmacologia clínica na Universidade de Birmingham, e Jeffrey K. Aronson, associado de farmacologia clínica em Oxford, especializado no estudo dos benefícios e malefícios de remédios, conversaram sobre qual a relação entre danos e benefícios que poderiam explorar para conseguir a vaga disputada na capa da edição de Natal da BMJ. De acordo com Delamothe, o BMJ recebe quase 120 artigos e aceita cerca de 30.
Ferner e Aronson pensaram nas especialidades de fim de ano, por exemplo, mas as suas preferências eram muito diferentes. «Ele gosta de vinhos licorosos, eu prefiro os secos», explicou Ferner. Então os dois encontraram uma causa em comum, «já que nós dois gostamos de um humor sardónico».
Os dois limitaram os artigos que mencionam o riso a um total de 785, colocando-os em três categorias: benefícios (85), danos (114) e condições que causam riso crónico (586).
A questão chegou em boa hora, argumentaram, já que o BMJ não havia abordado o riso de forma séria há mais de um século. Em 1898, a revista havia publicado o estudo de caso do ataque cardíaco de uma menina de 13 que riu em demasia. No ano seguinte, o problema do riso foi levantado novamente quando o autor de um editorial escreveu em resposta à sugestão de um médico italiano de que as piadas poderiam ser usadas como tratamento para a bronquite, propondo um o termo «gelototerapia». (Gelos era o deus grego do riso; em italiano, gelato significa sorvete.)
Demorou até que o riso ganhasse força como terapia: Em 1928, a revista científica The Journal of the American Medical Association deu pouca atenção ao livro de James J. Walsh, «Laughter and Health» (Riso e saúde, em tradução livre).
Os danos, no entanto, foram observados com atenção. Uma discussão publicada em 1997 sobre a síndrome de Boerhaave, uma perfuração espontânea do esófago, um evento raro e potencialmente letal, mencionou ser o riso uma das suas causas comuns.
Além disso, existe também a misteriosa síndrome de Pilgaard-Dahl, identificada num artigo de 2010 como um pneumotórax induzido pelo riso que afecta homens fumadores de meia idade. O nome é uma homenagem aos comediantes dinamarqueses Ulf Pilgaard e Lisbet Dahl.
«Não acredito que os dinamarqueses sejam terrivelmente engraçados e depois de assistir a algumas de suas apresentações no YouTube, continuo sem acreditar, embora eu obviamente não fale dinamarquês», afirmou Ferner.
Existem outras ameaças respiratórias causadas pelo riso, afirmou. A ruptura dos alvéolos (pequenos sacos de ar dentro do pulmão, que geralmente contem cerca de 600 milhões cada): «Se fizer uma pessoa asmática rir com vontade é melhor que estejam com um inalador ao lado», afirmou Ferner. (Isso com base em 1936 experiências em torno do mecanismo do riso em pessoas asmáticas.)
Além disso, há o perigo de asfixia, como durante a ingestão de alimentos durante risadas intensas.
Fonte:http://diariodigital.sapo.pt/

domingo, 4 de agosto de 2013

Acampar durante uma semana melhora o sono e ajusta o relógio biológico

Passar uma semana exposto à luz natural ao acampar na natureza foi o suficiente para sincronizar os relógios biológicos de oito pessoas com o nascer e o pôr-do-sol, segundo um estudo feito na cadeia de montanhas do Colorado, nos EUA.

O estudo, realizado pela Universidade do Colorado Boulder, nos Estados Unidos, pode ajudar quem luta para estabelecer uma rotina de sono consistente e deseja por fim à sonolência matinal. Os investigadores recomendam passar uns dias acampado para quem quer ajustar o relógio biológico e praticar hábitos mais saudáveis em termos de sono.
Segundo o estudo, publicado no Current Biology, «uma semana de exposição à alvorada e ao crepúsculo, com noites iluminadas apenas por fogueiras» regulariza o hábito de dormir e melhora o estado de atenção durante a manhã.

Para chegar à conclusão, os cientistas analisaram a rotina de oito adultos durante uma semana de trabalho, como ida à escola e actividades sociais. Depois, levaram o grupo para uma semana de acampamento ao ar livre nas montanhas do Estado norte-americano do Colorado, quando os adultos foram privados de contacto com luz eléctrica à noite.
Assim, se antes da semana de acampamento, os adultos tendiam, geralmente, a dormir após a meia-noite e a despertar por volta das 8:00; após o campismo, todos passaram a ter sono, em média e de forma espontânea, duas horas a mais do que habitual.

Fonte: diariodigital

sábado, 27 de julho de 2013

Salários e educação podem ser a causa da baixa estatura dos portugueses

Os portugueses ficaram para trás da Europa, em termos de estatura, desde o século XIX, facto que um novo trabalho académico atribui à fraca evolução dos salários reais e falta de investimento em educação.
Os investigadores responsáveis pelo estudo, entre os quais Jaime Reis do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, recorreram às informações disponíveis acerca dos recrutas militares em Portugal desde o século XVIII para os comparar aos restantes países europeus.
"Portugal mantém-se dentro da faixa europeia até meados do século XIX, acompanha os movimentos da Europa. Quando Portugal começa a divergir é à volta de meados do século XIX e não cresce quando as outras regiões estão a crescer e esse 'gap' nunca será fechado, praticamente até aos dias de hoje", explicou à Lusa Jaime Reis.
No artigo publicado em Maio na revista académica Economic History Review e assinado com dois investigadores alemães, os autores concluem que o "atraso na formação de capital humano foi o principal factor no impedimento de quaisquer melhorias dos padrões de vida biológicos em Portugal".
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) define capital humano como "algo que abrange uma mistura de talentos e habilidades individuais inatos, bem como as competências e as aprendizagens adquiridas pela educação e pela capacitação".
Jaime Reis sublinha que "Portugal no século XIX tem muito pouca variação no salário real e, portanto, a estatura não cresce", ressalvando que há diversas variáveis em funcionamento ao mesmo tempo, desde as condições socioeconómicas ao crescimento urbano dos países.
O académico lembra que o trabalho pretende contribuir para responder à pergunta "Porque é que Portugal é um país atrasado?", ainda que não se pretenda explicar "porque é que o salário real português é mais baixo do que nos outros países", mas sim constatar que esse desnível "se traduziu em custos para a população".
O investigador do Instituto de Ciências Sociais lembra que a estatura de um indivíduo é definida "20 anos antes da medida", ou seja, é determinada "pela experiência nutricional no princípio da vida", pelo que, quando a pessoa "chega aos 20 as condições podem mudar, mas ele já não vai mudar de estatura", o mesmo se passando com o capital humano.
O artigo argumenta que "os preços relativos das proteínas e o ambiente das doenças não tiveram um impacto estatisticamente significativo", mas que, por outro lado, o atraso na formação de capital humano foi "claramente importante", e uma vez que "a dependência de escolhas educativas implica que o capital humano se recria, os efeitos foram de longo prazo".

Fonte: Sol

terça-feira, 9 de julho de 2013

Pessoas comem mais quando estão felizes do que tristes, diz estudo

Sentimentos negativos, como solidão e ansiedade, são normalmente relacionados a comer mais. Mas, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Maastricht, na Holanda, as pessoas exageram na ingestão de alimentos quanto estão felizes. Os dados são do jornal Daily Mail.
Para chegar à conclusão, 87 estudantes assistiram a cenas de filmes e programas de TV que provocam sentimentos positivos, neutros e negativos. Depois, receberam quitutes. Os classificados como consumidores emocionais - 75% das pessoas comem de acordo com o humor - por meio de testes psicológicos ingeriram mais calorias após cenas felizes do que tristes. 
“Quando nos sentimos para baixo ou entediados, os alimentos nos dão serotonina, que pode levantar o nosso humor temporariamente”, disse a psicóloga Christy Fergusson. “Quando estamos relaxados e felizes, não ficamos obcecados com calorias, nos livramos dos pensamentos culturais do que devemos ou não comer, e comemos porque é uma grande fonte de prazer”, completou. 

Fonte: Terra

domingo, 7 de julho de 2013

Desgostos de amor fazem mal à saúde

O mundo parece desmoronar e o seu organismo também. As separações podem doer mais do que só na alma. Saiba porquê.

SISTEMA IMUNITÁRIO - Defesas em baixo

Os choques emocionais abalam a capacidade de o nosso organismo se proteger de vírus, bactérias e outras agressões. Existe até uma disciplina médica, a psiconeuro-imunologia, que estuda as relações entre o sistema imunológico, o comportamento e o funcionamento cerebral. Não se admire se tiver um episódio de herpes labial depois de anos em que não deu sinais de vida. Estudos científicos associam episódios de stresse emocional – que pode acontecer depois de um divórcio ou de uma rutura afetiva dolorosa – a uma maior vulnerabilidade ao vírus da gripe.
A cientista Janice Kiecolt-Glaser, com meia dúzia de outros colegas, publicou várias pesquisas, entre 1987 e 1993, em que concluía que quando de uma separação, ou em fases de mal-estar das relações, os sistemas imunitários enfraquecem porque há uma menor proliferação de linfócitos e células NK (natural killers ou assassinos naturais, os ‘agentes secretos’ que matam os agressores). O risco de contrair vários tipos de infeção cresce.

HORMONAS - Alta tensão e dores de cabeça
Estas emoções fortes podem fazer com que as hormonas que o nosso corpo produz como reação ao stresse – como a epinefrina ou o cortisol, que nos preparam  para reagir fisicamente a situações de perigo – fiquem desreguladas e afetem a nossa saúde. Uma das consequências pode ser o aumento da tensão arterial. Outra é o acréscimo de dores de cabeça. Situações de stresse emocional continuado podem levar a rigidez muscular, que desencadeia a sensação de músculos doridos e tensos.
CÉREBRO - Dor no corpo e na mente

Sempre que o beijava ou faziam amor como se não houvesse amanhã, o seu cérebro produzia uma quantidade de neurotransmissores, como a oxitocina ou dopamina, responsáveis por sensações de prazer, satisfação e união. Numa separação dolorosa, esses níveis descem, deixando-a muito mais vulnerável à ação das hormonas do stresse.
O sono e o apetite, controlados pelo cérebro, também sofrem alterações. Se não conseguir pregar olho não se admire, mas isso vai deixá-la mais cansada. Psiquiatras da Universidade do Michigan concluíram que o que dói na alma também pode doer no corpo, num surpreendente estudo publicado na revista ‘Proceedings of National Academy of Sciences’. Observaram que mostrar uma foto do ex-namorado/a – de quem se tinham separado nos últimos seis meses – aos 40 sujeitos da experiência equivalia a uma sensação de dor por queimadura no antebraço. Foi tudo medido por exames de ressonância magnética, que indicaram que a rejeição emocional ativa zonas do cérebro responsáveis por sinalizar a dor física, como o córtex somatossensorial e a ínsula dorsal posterior.
SISTEMA GÁSTRICO - Estômago às voltas

O seu sistema nervoso está em hora de ponta e os sinais que envia ordenam ao estômago que abrande a digestão. O resultado pode vir na forma de dores de estômago, perturbações gastrointestinais e até perda de apetite – abra uma exceção para os efeitos antidepressivos do chocolate preto.
PELE E CABELOS - Tristeza que cansa a beleza

Uma das principais reações da pele ao stresse é o aumento das secreções sebáceas. Poros entupidos e mais irritações de pele, ou até acne, são a forma de ela manifestar o que lhe vai por dentro – angústia, ansiedade e aquele sentimento de perda. A pele, como primeira barreira de defesa do organismo contra agressões, também perde parte das suas funções imunitárias – sim, isto anda mesmo tudo ligado.
Uma temporada de tristeza e stresse emocional pode também influir diretamente no ciclo de crescimento do seu cabelo. É comum começar a perder mais – chama-se a esse processo eflúvio telógeno, em que o cabelo cai quando ‘empurrado’ por um novo pelo a crescer no folículo. Mas só três meses (em média) depois do evento que causou o stresse emocional – que é como quem diz, a separação – é que a queda de cabelo se manifestará. Não se preocupe, voltará tudo ao normal numa questão de poucos meses.
CORAÇÃO - A síndrome do coração partido
Em casos extremos, como o luto por um companheiro recém-falecido, o coração pode dar mesmo sintomas de estar a falhar. Os cardiologistas chamam-lhe cardiomiopatia de Takotsubo ou cardiomiopatia por stresse. Os sintomas, explicam os especialistas da Mayo Clinic, incluem fortes dores no peito, falta de ar, fraqueza generalizada, ritmo cardíaco irregular e podem até dar a sensação de que se está a ter um ataque cardíaco. Em causa estará uma reação negativa ao aumento vertiginoso de hormonas do stresse, como a adrenalina, que provocam um estreitamento nas artérias que ligam ao coração e o sangue não é bombeado de forma eficiente.
A boa notícia é que a situação é reversível: ao fim de uma semana tudo volta ao normal. Ainda assim, os especialistas aconselham que, por uma questão de precaução, os sintomas sejam levados a sério e se chame a emergência médica. São raros os casos em que chega a ser fatal ou que deixe sequelas, como passar a ter um ritmo cardíaco irregula
A cardiomiopatia por stresse é mais vulgar em mulheres, dizem as estatísticas da Mayo Clinic, sobretudo com mais de 50 anos. E tem sido observado em vítimas de violência doméstica.




Fonte: Revista Ativa

sábado, 6 de julho de 2013

A verdade da mentira

Quase todos mentimos - uns mais do que outros - mas nem todas as petas ficam para a história. Um relato verídico sobre grandes e pequenos mentirosos da Humanidade.

Quase todos os seres humanos mentem pelo menos uma vez na vida... por mais honestos que sejam: para evitarem confrontos, não ferirem sentimentos, salvarem a pele, descartarem-se de responsabilidades ou conseguirem o que querem. É mais forte que nós. Susan Shapiro Barash, autora de ‘Little White Lies, Deep Dark Secrets’, afirma que 80% das mulheres contam meias verdades inocentes ou 'mentiras brancas' e que 75% já mentiu a alguém por causa de dinheiro.
De pequenino se torce o pepino
Aprendemos a usar o engano a nosso favor ainda em bebés, geralmente para testarmos a capacidade de conseguirmos o que queremos. Depois, mentimos para salvar a pele e a reputação – ‘Não fui eu, foi a minha irmã!’ –, para exercitarmos a imaginação, porque desejamos muito algo que não temos –‘Lá em casa, somos cinco irmãos!’ – ou até por falta de atenção. Até que percebemos que afinal a mentira tem perna curta e não compensa nem vai tornar-nos mais populares.
Um estudo de 2001, do Instituto de Estudos da Criança, na Universidade de Toronto, pesquisou 1200 crianças e jovens dos 2 aos 17 anos. E descobriu que aos 2 anos apenas 20% são capazes de mentir, mas que aos 4 anos a percentagem sobe para 90%. Pode parecer um processo simples, mas para uma criança de 3 ou 4 anos mentir implica um salto criativo – reconhecer a verdade, inventar uma versão alternativa coerente, pôr-se no lugar do outro e do que este está a pensar. “Se apanhar o seu filho de 3 anos numa mentira bem contada, não deixe de se sentir impressionado”, escreve o autor Ian Leslie em 'Mentirosos Natos' (Texto Editora).
Mas os pais também mentem aos filhos, tudo em nome da pedagogia. A mentira mais comum por parte dos pais é a ameaça de abandonarem os filhos na rua se estes não se comportarem bem, seguida de perto do nosso bem conhecido ‘Hoje não trouxe dinheiro suficiente, compro-te esse brinquedo noutro dia’. Foi a conclusão de uma pesquisa conjunta das Universidades da Califórnia (EUA), Zhejiang Normal (China) e de Toronto (Canadá), publicada em janeiro deste ano no 'International Journal of Psychology', que estudou mais de 200 famílias na China e EUA.


Como detetar um mentiroso?
Em quase todas as culturas o estereótipo do mentiroso é o de alguém que gagueja, desvia o olhar, faz gestos elaborados, pestaneja, conta histórias muito compridas ou exibe outros sinais físicos de desconforto. Na prática, as evidências mostram que não é assim, explica Ian Leslie:
• Os melhores mentirosos são, geralmente, muito sociáveis, inteligentes, empáticos, eloquentes e capazes de antecipar o raciocínio de quem os ouve.
• É frequente um mentiroso contar uma história por ordem cronológica. Os relatos verdadeiros não respeitam, necessariamente, uma ordem temporal e podem até parecer confusos. Quer desarmar um intrujão? Peça-lhe para contar a história de trás para a frente. É uma técnica que o especialista Aldert Vrij ensina a polícias e agentes dos serviços de informação militares.
• Quem corrige espontaneamente o que conta ou diz e não se lembra bem dos factos tem tanta ou mais probabilidade de estar a falar verdade do que a mentir. Os bons mentirosos ensaiam mais as suas histórias, falam sem hesitações – é claro que os melhores sabem que se as simularem parecerão mais espontâneos.
• Quando contam mentiras complicadas, as pessoas tendem a falar mais devagar e com mais pausas. Mas falam mais depressa quando se trata de mentiras simples ou muito aperfeiçoadas.
• Apesar de conseguirem simular bem, até os melhores mentirosos se traem a si próprios ao fazerem, inconscientemente e durante frações de segundo, expressões que são emocionalmente incoerentes com a história que estão a contar. É a isto que se chama 'microexpressões' faciais, de que se ouviu falar em séries como ‘Lie to Me’. São reais e foram catalogadas, durante sete anos de pesquisa, por Paul Ekman e Wallace Friesen num manual a que chamaram ‘Sistema de Codificação da Ação Facial’. Descobriram mais de três mil destas expressões faciais com algum significado interpretativo. 
Mentiras e charlatões que ficaram para a História
• “Estamos a ser invadidos por Marcianos!”: No dia das Bruxas de 1938, o ator e encenador Orson Welles decidiu dar um pouco mais de realismo à sua adaptação radiofónica de ‘A Guerra dos Mundos’, o romance de H.G. Wells. Um programa de música foi interrompido para um bloco noticioso a dar conta de uma invasão de discos voadores. O resultado foi o pânico coletivo em várias cidades norte-americanas. Houve quem se armasse até aos dentes, improvisaram-se máscaras de gás e muitos saíram à rua em histeria. Houve relatos, não confirmados, de nascimentos prematuros e mortes.
• Bernard Madoff: Alves dos Reis seria um aprendiz de feiticeiro comparado com este ex-corretor de Bolsa e consultor financeiro norte-americano. Madoff burlou cerca de 50 mil milhões de dólares aos investidores que lhe confiavam o seu dinheiro , prometendo-lhes lucros incríveis. Em vez de o aplicar, ficava com uma parte para si e usava a outra para pagar a investidores mais antigos - um 'esquema em pirâmide' ou'Esquema de Ponzi', uma falcatrua antiga mas que dura pouco tempo, pois requer cada vez mais investidores. No entanto, Madoff tinha uma enorme carteira de clientes e conseguiu mantê-la anos. Foi condenado a 150 anos de cadeia.
• “Não tive sexo com essa mulher”: Bill Clinton disse-o em frente às câmaras para milhões de espetadores. Não foi tanto o caso extraconjugal que quase o fez perder o cargo, mas o facto de ter mentido sob juramento, para evitar o escândalo, como provaram posteriormente as gravações de telefonemas entre Monica Lewinsky e a amiga Linda Tripp. A Câmara dos Representantes quis destituir Clinton, mas o Senado absolveu-o das acusações.
• Frank Abagnale: Imortalizado por Leonardo DiCaprio no filme ‘Apanha-me se puderes’, começou por falsificar cheques ainda na adolescência. Depois fingiu ser piloto de aviões, médico (exerceu durante 11 meses até ser descoberto, depois de quase ter deixado morrer um bebé) e advogado. Ainda não tinha feito 20 anos e já o montante das suas burlas ascendia a 2,8 milhões de dólares. Foi preso em França e, cinco anos depois, tornou-se consultor do FBI para fraudes bancárias.
• Artur Baptista da Silva: Dizia ser observador da ONU, consultor do Banco Mundial e professor de Economia Social da Milton Wisconsin University (que encerrou em 1982). Foi entrevistado por vários meios de comunicação nacionais. A verdade era outra: Artur cumpriu várias penas de prisão entre 1993 e 2011 por crimes de burla, abuso de confiança e emissão de cheques sem cobertura.
• O médico falso: Deu que falar o caso do homem que se fez passar por médico durante 20 anos, em várias clínicas de Lisboa e do Algarve. Atendia uma média de 50 pessoas por semana, a cerca de 40 euros por consulta. Foi detido em fevereiro de 2011 e em janeiro deste ano foi formalmente acusado dos crimes de burla qualificada, usurpação de funções e falsificação de documentos. 
 Jayson Blair: “Não deixes que a verdade se intrometa entre ti e uma boa história”– deve ter sido este o pensamento do ex-jornalista do 'New York Times' que plagiou e forjou pormenores em alguns dos seus artigos. Blair demitiu-se em maio de 2003, escreveu as memórias e chegou a ser orador numa conferência sobre... ética em jornalismo.
• Milli Vanilli: 'Girl You Know it’s True’, o álbum de estreia deste duo pop criado pelo produtor alemão Frank Farian e composto por Rob Pilatus e Fab Morvan chegou a receber um Grammy. Em 1990, descobriu-se que Rob e Fab não cantavam no disco e faziam playback ao vivo. O prémio foi-lhes retirado. Rob morreu de overdose em 1998 e Fab continua a tentar vingar na música.
• Lance Armstrong: Ganhou sete vezes a Volta a França, entre 1998 e 2005, proeza inédita. Em janeiro, Lance confessou em público, no programa 'Oprah', que tomou substâncias como testosterona e EPO (regula os glóbulos vermelhos no sangue, aumentando a oxigenação e a resistência física). Até então, sempre negara as acusações de doping. Em 2012, foram-lhe retirados os títulos ganhos desde 98 e foi banido do ciclismo. Em fevereiro, o Departamento de Justiça dos EUA uniu-se à ação movida por alguns dos colegas do ciclista, alegando que enganou patrocinadores governamentais.


Ler mais: http://activa.sapo.pt/belezaesaude/bemestar/2013/07/06/a-verdade-da-mentira#ixzz2YITP5kHM


Fonte: Revista activa

sábado, 29 de junho de 2013

Sete mitos (e factos) sobre a hidratação

Agora que o calor parece estar aí para ficar, confirme se o que julga saber sobre a hidração - e o seu contrário - é mesmo verdade
MITO: A desidratação é incómoda, mas não perigosa
FACTO: A maioria das pessoas só sente sintomas leves de desidratação, como dor de cabeça, falta de energia ou diminuição da urina e produção de suor. No entanto, caso estes sintomas se agravem, as complicações podem tornar-se mais sérias e levar a um inchaço do cérebro, convulsões, insuficiência renal e até mesmo, em alguns casos, levar à morte. Os mais vulneráveis são as crianças e os idosos que, quando desidratados, apresentam febre, dificuldade em ingerir líquidos, diarreia e vómitos e irritabilidade.

MITO: Quando se tem sede é porque já se está desidratado
FACTO: A sensação de secura, a chamada "sede", é a forma que o corpo encontra de lhe dizer para ingerir água. No entanto, isso não significa que esteja gravemente em risco. 

MITO: 
Todos devem beber o equivalente a oito copos de água por dia
FACTO: O Instituto de Medicina norte-americano recomenda que os homens bebam três litros de líquidos por dia e que as mulheres bebam cerca de dois litros. E por líquidos não se deve entender só água, embora bebidas com açúcar não sejam recomendáveis. Além das bebidas, os alimentos também fornecem cerca de 20% de água ao organismo, sendo a melancia e o pepino, por exemplo, alimentos com alto teor de água.

MITO: 
Urina clara é um sinal de hidratação
FACTO: Se a urina apresentar uma cor amarela pálida, está hidratado. 

MITO:
 Não faz mal beber demasiada água
FACTO: Ingerir demasiada água pode fazer com que os níveis de sódio no organismo se tornem muito diluídos, originando um inchaço das células - hiponatremia. Os sintomas incluem geralmente náuseas, vómitos, dor de cabeça, confusão, fadiga, e nalguns casos, convulsões e coma. Deve beber água, mas de forma a evitar que se sinta inchado.

MITO: Quem pratica desporto deve beber bebidas energéticas
FACTO: Os atletas podem tirar benefício da combinação certa de açúcar e de sódio - ingredientes presentes nas bebidas energéticas. No entanto, as bebidas energéticas têm uma longa lista de ingredientes com aditivos artificiais, logo pode não ser esta a melhor escolha para quem pratica desporto.  

MITO: O café desidrata
FACTO: O café só desidrata se for ingerido em excesso. Se consumir mais de 500 miligramas de cafeína por dia - aproximadamente cinco chávenas de café -, corre um risco de desidratação.



Fonte: Revista Visão

Porque sonhamos?

Em 1900, o austríaco Sigmund Freud causou uma revolução no estudo da mente ao publicar A Interpretação dos Sonhos. Nele, o pai da psicanálise contestava a noção bíblica de que os sonhos eram fenômenos sobrenaturais, dizendo que derivavam da psique humana. Decifrá-los, portanto, seria a chave para entender o que se passa dentro da nossa cachola. Essas teorias foram ridicularizadas por muito tempo e somente agora, mais de 100 anos depois, elas estão sendo testadas.
Vestígios do dia
A primeira idéia de Freud confirmada pela ciência é a de que os sonhos seriam restos do dia. Ou seja: algo que acontece com você de dia reverbera durante os sonhos. A comprovação científica disso foi feita em 1989 por Constantine Pavlides e Jonathan Winson na Universidade Rockefeller. Ao observar cérebros de ratos, eles descobriram que os neurônios mais ativados durante o dia continuavam a ser ativados durante a noite. Do mesmo modo, os neurônios pouco ativados durante o dia tampouco eram durante a noite. O que isso significa? “Significa, por exemplo, que, se uma pessoa teve hoje uma experiência marcante, a chance de essa experiência entrar em seu sonho é muito grande”, diz Sidarta Ribeiro, diretor de pesquisas do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINN–ELS). “Se ela foi atacada por um tubarão, é provável que sonhe com tubarão. Se foi para a guerra do Iraque, nos próximos anos vai sonhar com guerra. Isso é o resto diurno levado às últimas conseqüências.” Mas, como em nossa vida moderna ninguém tem experiências extremas todos os dias, os sonhos acabariam sendo uma mistura simbólica de um monte de coisas, como Freud havia previsto. Você pode sonhar hoje com tubarão, amanhã com jacaré, depois com afogamento, simbolizando todos eles uma mesma experiência. Mas de onde viriam aqueles sonhos malucos, com cenas que você nunca viu?
Para a ciência, do seu inconsciente. É lá que estão guardadas as lembranças que você adquiriu ao longo da vida. Quando você dorme e começa a sonhar, seu sono entra na fase REM (sigla em inglês para Movimento Rápido dos Olhos). “O sono REM faz ovos mexidos com suas memórias. Ele as concatena de uma forma não comum”, diz Sidarta. Isso acontece porque o cérebro está em altíssima atividade nessa fase, mas não tem as informações sensoriais da vigília. Não conta com cheiros, imagens, sons nem outras informações que temos quando estamos acordados. A atividade sensorial está livre e vai aonde quiser, seguindo os caminhos mais usados – que são as memórias mais fortes. Ou seja: seus sonhos com imagens aparentemente inéditas seriam apenas combinações de uma série de símbolos que você já conhece de outras experiências. Ok, mas sonhar serve para o quê?
Simulador Noturno
“Tudo indica que o sonho tem a função de simular comportamentos – tanto os que levam a recompensa (os bons) como os que levam a punição (os pesadelos)”, diz Sidarta Ribeiro. “Portanto, sua função seria evitar ações que resultem em punição e procurar aquelas que levam à satisfação do desejo.”
Esse processo funcionaria da seguinte forma. Imagine uma cotia. Seu pesadelo é que a jaguatirica apareça quando ela estiver bebendo água. Assim, da próxima vez que for ao lago, essa memória voltará e ela terá mais cuidado (evitando a punição). E o sonho bom da cotia? É encontrar um campo com sementes gostosas. Portanto, se ontem ela passou num lugar que tinha sementes, seu sonho será ela voltando àquele lugar, pois talvez haja mais alimento ali amanhã (levando à recompensa). O curioso é que essa tese combina, de certa forma, com a idéia freudiana de que a função dos sonhos é a satisfação do desejo, teoria que havia se tornado motivo de chacota nas últimas décadas.

Fonte: super.abril

domingo, 19 de maio de 2013

Investigadores desenvolvem fórmula que acaba com cabelos brancos


Um grupo de investigadores da Universidade de Bradford, na Grã-Bretanha, e da Universidade de Greifswald, na Alemanha, desenvolveu uma fórmula que acaba com os cabelos brancos. O tratamento foi pensado após a descoberta de que os fios perdem a cor pela acumulação de peróxido de hidrogénio, no processo conhecido como stresse oxidativo.


O peróxido de hidrogénio (vendido comercialmente como água oxigenada quando em solução aquosa) é um descolorante que tira a cor natural dos cabelos.
O novo tratamento é capaz de remover o peróxido de hidrogénio, permitindo que os fios voltem e ficar pigmentados. A fórmula, chamada pseudocatalase modificada, seria capaz também de repigmentar a pele e os cílios de pacientes com vitiligo, uma doença que provoca a perda de melanina, o pigmento responsável pela coloração da pele.


Fonte: Diario Digital

Choques elétricos no cérebro podem ajudar com a Matemática

Pequenos choques no cérebro podem ajudar os alunos a aumentar a rapidez com que resolvem um problema matemático. Cientistas acreditam que a estimulação cerebral poderá ser usada para ajudar quem que precisa de um pequeno empurrão com a matemática.


Psicólogos da Universidade de Oxford, em Inglaterra, concluíram que os estudantes que eram submetidos a um procedimento de estimulação cerebral durante cinco dias, resolviam 27% mais rápido um problema aritmético que um estudante que não o tivesse feito.
Se estudos futuros comprovarem que a intervenção resulta e que é segura, este procedimento barato e não-invasivo pode vir a ser usado para aumentar o rendimento cognitivo daqueles que ficam para trás na matéria.
No estudo, publicado no Current Biology, 25 estudantes sofreram pequenas pulsações elétricas no cérebro, enquanto 26 mantiveram aparelho desligado, apesar de pensarem que estavam a também a sofrer estimulação cerebral.
Os alunos realizaram, posteriormente, uma série de testes e os que tinham sido submetidos a estimulação cerebral resolveram os exercícios propostos 27% mais depressa do que os que não tinham sofrido a intervenção, o que revela que os cérebros dos primeiros estariam a trabalhar de forma mais eficiente após a estimulação.
Cohen Kadoshi, o responsável pela investigação, explicou, ao jornal britânico "The Guardian", que o objetivo do estudo é ajudar as pessoas que têm fracas capacidades aritméticas. Calcula-se que 20% da população tem problemas com a aritmética.
Apesar de reconhecer que ainda há muito trabalho para ser feito, o investigador acredita que caminham "numa direção promissora".
Cohen Kadosh explica que os resultados duraram seis meses após o programa de estimulação. Mas alguns cientistas não estão seguros com os resultados, já que foram apenas observados seis dos estudantes que receberam a estimulação.
Chri Chambers, psicólogo da Universidade de Cardiff, explica que apesar da técnica ser "impressionante" pode ser uma "falsa descoberta". "Gostava de ver estes efeitos expostos numa amostra maior, pois se for verdade pode ter implicações importantes na neurociência e no tratamento de vários problemas clínicos", explica.
Amanda Ellison, que estuda estimulação cerebral para reabilitação de pacientes na Universidade de Durham, acredita que, ainda assim, o procedimento "é promissor". "O próximo passo passa por entender o mecanismo deste efeito para que possa ser aplicado noutras funções", explica. A investigadora acredita, ainda, que o impacto desta inovação traz esperança para a neuroreabilitação.


Fonte: JN

sábado, 18 de maio de 2013

Sete mitos sobre a Produtividade


O objetivo final de "produtividade" é gastar menos tempo fazendo as coisas que você tem que fazer para que você tenha mais tempo para as coisas que você quer fazer . Claro que, se você seguir cada pedaço de conselho produtividade lá fora, você provavelmente gastar mais tempo se movendo documentos e e-mails em torno do que realmente fazer qualquer coisa. Necessidade de simplificar a sua rotina? Vamos pôr fim a alguns tropos de produtividade comuns uma vez por todas.

Mito # 1: Você tem que se levantar cedo para realizar qualquer coisa



O mito de que você pode miraculosamente resolver todos os seus problemas de produtividade, forçando-se a ser uma pessoa da manhã é um longa um. Tudo começou quando biólogo Christopher Randler publicou um estudo que apontou os madrugadores são realmente mais produtivo. seguida, ele defendeu o estudo naHarvard Business Review . Um monte de "madrugador = mais produtivo" talk veio isso, mas na realidade ele apenas conclui que pessoas que acordam cedo são em uma atitude mais pró-ativa e, portanto, disposto a enfrentar mais ao longo do dia. Seus resultados podem ser facilmente explicada por considerar como a maioria de nós são socializados a acreditar que acordar cedo equivale a ter um dia inteiro para ter um monte de coisas. Photo by David Dávila Vilanova .
Um estudo de 2011 publicado na revista Pensamento e Raciocínio aponta o que devemos realmente lembre-se: que a chave para ser produtivo e criativo (que o estudo divide em dois tipos diferentes de atividade) é para trabalhar as horas que são melhores para você . Se você é um pássaro madrugador (ou alguém forçado a uma agenda cedo por causa de seu trabalho), pegue suas tarefas difíceis e mais problemáticos fora do caminho primeira coisa, quando você é mais produtivo . Em seguida, na parte da tarde, quando você começa a diminuir, é hora de desacelerar e passar o tempo brainstorming e ser criativo em seu lugar. O inverso se aplica a quem acorda tarde ou pessoas que trabalham melhor à tarde ou à noite. Simplificando, você terá mais tempo de se levantar cedo e trabalhar até tarde, quando ninguém está por perto para distraí-lo, mas isso não significa necessariamente torná-lo mais produtivo.

Mito # 2: Força de vontade


Outro mito produtividade popular (que está, felizmente, diminuiu nos últimos anos) é que a melhor maneira de passar por uma recessão é o poder através dele. Coloque o seu nariz à mó e tentar pressionar através de seus blocos criativos ou produtivos e você vai ficar bem ou para o mito. A verdade é bem o contrário: um estudo de idade (1972, na verdade) publicado no Journal of Personality e Social Psychologydesmascarado essa idéia há muito tempo, e afirmou que a sua força de vontade é limitada, então usá-la sabiamente . Photo by stuartpilbrow .
Para usar uma analogia, chicoteando um cavalo você fica menos a velocidade e a distância cada vez que você fazê-lo. Tentando empurrar-se para a frente fica retorna depois de um certo ponto diminuindo. Em vez disso, você deve trocar as marchas e fazer outra coisa, ou fazer pausas reais onde você desengatar completamente e dar-te uma oportunidade de recarregar.Infelizmente, a maioria dos ambientes de trabalho não são muito favoráveis ​​a isso, mas não é impossível trabalhar em um projeto de lado por um tempo , ou apenas sair do escritório e dar um passeio antes de voltar para o que estava fazendo. Um estudo de 2009 pela Society for Human Resource Management publicado na Harvard Business Review teve a idéia um passo adiante, e propôs fazer o tempo fora e longe do obrigatório para empregados de escritório por causa dos ganhos de produtividade de TI redes.

Mito # 3: múltiplos monitores Aumentar / diminuir a produtividade

Estamos enganando aqui porque estamos jogando dois lados deste mito, mas aqui está a verdade: se vários monitores melhora a sua produtividade depende inteiramente do que você faz e como você trabalha. Não é um up / down resposta. Uma série de artigos há vários anos empurrou a idéia de que múltiplos monitores nos tornar mais produtivos, mas os estudos foram concluídos com base em algo muito diferente. Aqui está o que eles realmente disse:
  • O oft-referenciada estudo Consulting 2005 Pfeiffer na produtividade multi-monitor de realmente foi encomendado pela Apple e lançado para coincidir com o então novíssimo Apple Cinema Display de 30 polegadas. O estudo realmente concluiu que era imobiliária que importava mais do que o número de monitores .
  • Um estudo semelhante 2008 pela Universidade de Utah encontraram resultados semelhantes , mas deve-se notar que a pesquisa foi encomendada pela NEC Display Solutions . Os resultados no entanto, foram de som, assim como a metodologia: no final, para pessoas que trabalham com texto ou planilhas, uma tela maior ou duas telas maiores fizeram mais produtivo do que um um menor.
  • Até a Microsoft divulgou um estudo muito antigo de volta em 2003 para o mesmo efeito, onde vários monitores estavam de alguma forma para o substituiu no maior espaço de exposição, o que era a verdadeira chave para a produtividade.
Em muitos desses estudos, a campanha de marketing foi a vários monitores em vez de umamaior exposição porque telas maiores ou não existiam ou eram muito caras. Era simplesmente mais realista sugerir às pessoas que recebem dois 24 "exibido em vez de tentar encontrar uma 30" tela, quando a Apple foi a única venda de um e foi ridiculamente caro na época. Temos ainda coberto ambos os lados deste debate em grande detalhe antes, e enquanto a questão tem surgido, ele não vai embora tão cedo . 
Então, qual é a verdade? Simples: para a maioria das pessoas que fazem o texto pesado ou tarefas baseadas em planilha em relativamente poucos aplicativos abertos, imóveis é mais importante do que o número de monitores . Para as pessoas que precisam de delimitação entre os aplicativos em execução, janelas ou áreas de trabalho, número de monitores é mais importante do que o imobiliário . Descobrir o que isso significa para você, encontrar um grande negócio, e comprar em conformidade.

Mito 4: A Internet / sobrecarga de informação está nos tornando estúpidos, So Desconectar para fazer as coisas

Você vai ouvir esse refrão a partir de um número de pessoas, mais comumente, a fim de vender livros. Nicholas Carr e argila Johnson tanto propor que a internet está mudando a maneira como pensamos e absorver informações, com as consequências, sendo que aprendemos pouco, desligue à internet para qualquer pesquisa em vez de aprender a pensar criticamente, e são posteriormente bombardeados com mais dados do que é útil.Photo by BuzzFarmers .
Há alguma verdade na teoria, e tomou um olhar mais atento para separar o fato da ficção no início deste ano. No entanto, não é a internet que está nos tornando estúpidos , e sobrecarga de informação é um fracasso para filtrar o firehose de dados todos nós bebida. Este estudo de 2011 da Universidade de Columbia , publicado na revista Ciência , examinou os efeitos do Google na memória e concluiu que sim, muitos de nós escolher para pesquisar informações que precisamos ao invés de cometê-lo para a memória. O que o estudo não fazer é tirar conclusões desgraça e de tristeza sobre o que isso significa para a inteligência humana.
O verdadeiro mito aqui reside na interpretação de dados científicos, e não os dados em si.Quando lhe pediram para lembrar a velocidade do som improvisado, Albert Einstein explicou que, aproximadamente "[Eu não] levar essa informação em minha mente, pois é facilmente disponível em livros." A internet é muito da mesma forma, aprendemos a ter cuidado com as informações que memorizar, porque sabemos que podemos acessar mais a qualquer momento.A desvantagem é que quando o fazemos, temos mais do que precisamos. Mais uma vez, cabe a nós a gerir, em vez de jogar fora uma ferramenta valiosa por causa de uma receita produtividade escrito para nós por alguém.

Mito 5: É impossível trabalhar de verdade em casa 

Se você está lendo Lifehacker por um tempo, você sabe que nós somos grandes defensores do trabalho remoto, mas esse mito ainda persiste, especialmente nas mentes dos gerentes e funcionários de RH que ainda acreditam que "se eu não posso vê-los, eles não estão trabalhando. " Felizmente, a ciência está do nosso lado. Pesquisadores da Universidade de Stanford analisou 500 funcionários de uma agência de viagens na China , com mais de 12 mil funcionários no total, e mesmo depois de algumas semanas, os funcionários que estavam trabalhando a partir de casa foram mostrando sinais definitivos de aumento da produtividade. Os resultados do estudo estão disponíveis gratuitamente para leitura , para quem duvidar da metodologia. Photo by antony_mayfield .
Outro estudo, publicado na edição de dezembro do Journal of Consumer Research tem uma abordagem diferente, e observa que leve, barulho, como o ruído ambiente de um café, nos torna mais produtivo . Muito barulho, como o furor em um movimentado escritório, por exemplo, (especialmente um com cubículos ao ar livre) pode ser um assassino de produtividade, mas trabalhar a partir de casa ou em um espaço público levemente zumbido pode fazer maravilhas para o nosso trabalho. Claro, a evidência anedótica também abunda. Trabalhar a partir de casaou de uma loja de café têm os seus próprios desafios, mas muitas vezes os benefícios superam as desvantagens. Tal como acontece com Mito # 1, você deve fazer o que funciona melhor para você. Se você trabalha melhor em um escritório, a cabeça todos os dias. Se você trabalha melhor em casa, convencer seu chefe a deixá-lo tentar .

Mito n º 6: classificação e organização é a solução para excesso de Email 

Se você estiver olhando para começar aInbox Zero , passar o dia todo ordenar e organizar seu e-mail em pastas pode ser uma maneira de fazê-lo, mas isso não é realmente ser produtivo, não é? Lembre-se: o objetivo de qualquer método de produtividade ou dica é dar-lhe mais tempo para fazer as coisas que você precisa fazer ., para não talhar horas de distância, em nome da produtividade Um estudo da Universidade da Califórnia, Santa Cruz (encomendada pela IBM) concluiu que tecnologias de e-mail ter chegado ao ponto em que as mensagens de arquivamento pode realmente torná-los mais difíceis de encontrar, e mais importante, desperdiça seu precioso tempo. Photo by Jason Rogers .
Nós tocamos neste assunto antes , e sugeriu que você deve apenas procurar mensagens quando você quer encontrá-los em seu lugar. O estudo não concluir isso, lembre-se, o estudo observou que era simplesmente mais eficiente para procurar quando uma mensagem foi necessário do que está a percorrer as pastas e, em seguida, percorra as mensagens em uma pasta. Então, o que você realmente faz? O estudo observa que os métodos de acesso oportunistas são os melhores para recuperar e-mails que você precisa. Fervida para baixo, isso significa que o método que lhe dá mais oportunidade de encontrar o ponto exato que você está procurando.
Simplificando: reduzir o volume de e-mails por cancelar a assinatura de porcaria, automatizar e filtrar todo o possível (serviços como Unroll.me e Boomerang ajuda), organizar manualmente pequenas coisas que precisam de um toque pessoal, e archive / apagar tudo o resto. Em seguida, deixe o resto para busca. Dessa forma, você obtém o melhor dos dois mundos: um ambiente limpo, organizado caixa de entrada, que pode cuidar de si mesmo, e você pode pular através de sua caixa de entrada e se livrar de qualquer outra coisa muito rapidamente. Se você precisa encontrar alguma coisa, é uma busca rápida de distância, ea classificação pode fazer essas pesquisas um pouco mais fácil. Alguns filtros podem percorrer um longo caminho , e não se leva muito tempo para configurar.

Mito # 7: [Insira Produtividade Técnica] vai resolver tudo e torná-lo, uma pessoa feliz e produtiva com mais tempo livre

Este é sobre a lógica, a ciência não necessariamente difícil, mas não podemos forçá-lo bastante. Primeiro de tudo, não éuma técnica de produtividade que funciona para todos. O mito, no entanto, é que é amesma técnica de produtividade. Alguns métodos de produtividade são favorecidos por profissões específicas (muitos programadores e criativos preferem A Técnica Pomodoro , mas eu conheço os gerentes de projetos e diretores que preferem GTD e administradores de sistemas e técnicos que preferem Kanban pessoal .) Mesmo se você não pode encontrar um que trabalha por conta própria, nós mostramos como a remixar métodos de produtividade para a construção de um que funcione para você. Photo by Dennis Hamilton .
No final do dia, o método de produtividade que trabalha para você é o que você vai realmente usar. Não tente encaixar um método em seu fluxo de trabalho porque alguém acha que é o caminho a percorrer. Se você é um gerente de projeto e você acha GTD é muito complicado, tente Kanban para o tamanho. Se você quiser ter elementos de ambos e mash-los juntos para que eles trabalhem para você, você pode fazer isso também. Se o sistema estiver fora de controle, voltar ao básico e dar-se um novo começo . A coisa importante a lembrar é que o seu método de produtividade deve poupar tempo e energia para que você possa se ​​concentrar na tarefa em mãos. Se você gastar mais tempo organizando do que você está fazendo a coisa que você está organizando, você está perdendo tempo . A produtividade é de cerca de começar a trabalhar para que você possa parar de trabalhar e fazer as coisas que você quer fazer, não se trata de passar o dia todo se movendo documentos de uma caixa para outra.

Mais uma vez, esses mitos de produtividade apenas arranhar a superfície dos que vemos e ler postado por blogs de produtividade em toda a web todos os dias. Somos mesmo culpados de alguns deles. Independentemente disso, tudo leva a desmascarar muitos deles é um pouco de escavação para a pesquisa por trás cada uma dessas afirmações, e olhando para as reais conclusões dos estudos, em vez de o que os outros concluiu com base no estudo. Como muitas outras coisas, a produtividade não é uma abordagem one-size-fits-all. É altamente individual, e cada pedaço de conselho que você lê, inclusive o nosso, deve ser considerado como tal.


Fonte: lifehacker